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Dos corpos em rede às máquinas em rede: reestruturação do trabalho bancário e constituição do sujeito

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O presente artigo resulta de uma pesquisa que trata da inter-relação trabalho, tempo e subjetividade, focando-se na reestruturação do trabalho bancário e constituição do sujeito. Trata-se de um estudo de caso realizado em uma instituição bancária, e os dados foram coletados através de fontes documentais e iconográficas, discussões com grupos focais e entrevistas individuais semidirigidas. A análise dos dados seguiu orientações de John B. Thompson para a Metodologia da Hermenêutica de Profundidade e discute dois eixos centrais: historicidade e modos organizacionais, e reestruturação do trabalho e constituição do sujeito. Os resultados da pesquisa apontam para a constituição de um sujeito que, em plena reestruturação do trabalho bancário, se vê desalojado das certezas frente à intensificação da pressão à aceitação das mudanças incessantes regidas por modos de apresentação como inevitabilidade, instantaneidade e intensidade que vêem a acarretar hipersolicitação e sofrimento psíquico

Descrição

Palavras-chave

Setor bancário Mudança organizacional Nova tecnologia Doença profissional Sociologia económica e das organizações Brasil

Contexto Educativo

Citação

Grisci, Carmem Ligia Iochins. 2002. "Dos corpos em rede às máquinas em rede: reestruturação do trabalho bancário e constituição do sujeito". Instituto Superior de Economia e Gestão – SOCIUS Working papers nº 02/2002

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