| Nome: | Descrição: | Tamanho: | Formato: | |
|---|---|---|---|---|
| 301.15 KB | JPEG | |||
| 3.05 MB | Adobe PDF |
Orientador(es)
Resumo(s)
No campo artístico da escultura, a tradução da intenção do projeto, em algo material e concreto, cria um confronto entre o que apenas pode ser imaginado e o que é visível. Embora seja difícil alterar o aspeto transcendental e espiritual da ideia, é possível abordar a tentativa da sua materialização em obra de arte de um outro ponto de vista. O artista inglês Richard Long utiliza a caminhada como meio de realizar a ideia, deixando a sua “camada” por onde passa, passo a passo. É através da ação de caminhar que é criada uma experiência artística que assume o papel de obra de arte. Como resultado da experiência vivida pelo artista, surgem, no auge da caminhada, acontecimentos em pontos não determinados que dão origem às “marcas” da sua passagem. “Marcas” como esculturas, textos, fotografias ou mapas, que são diferentes meios que partilham o mesmo objetivo, a saber, o de traduzir uma experiência de uma maneira intuitivamente apropriada. Nesta dissertação é analisado o trabalho de Richard Long, e o que poderá constituir esta “experiência”, ao assumir o papel de obra de arte face ao objeto físico
Descrição
Palavras-chave
Long, Richard, 1940- Land art Experiência Acontecimento Caminhadas Rastro Natureza Sublime Zen
