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Orientador(es)
Resumo(s)
O elogio, o louvor, o panegírico, quer como simples tópos, quer como subgénero
do discurso epidíctico ou demonstrativo, foram objecto de minuciosa teorização nos
tratados de retórica na Antiguidade Clássica e nos compêndios escolares que se lhes
seguiram ao longo dos tempos. Na formação de oradores, de políticos, de pregadores,
de escritores –ou simplesmente de todos aqueles que, por motivações cívicas ou razões
profissionais, utilizam a palavra como forma de olhar a sociedade, nas suas virtudes e
nos seus defeitos– a retórica do elogio, a que se associa a do vitupério por
contraposição, desempenha um papel importantíssimo, não só como técnica que
proporciona os meios e o modo de actuação mais eficazes, mas também como
instrumento ao serviço da realização e da finalidade artísticas do discurso, válidas em
si mesmas.
Descrição
Palavras-chave
Retórica clássica Discurso epidíctico Vieira, António, 1608-1697. Sermões
Contexto Educativo
Citação
Arnaldo do Espírito Santo, "A retórica do elogio": eHumanista 22 (2012) pp. 190-210.
