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Mitoses in cutaneous malignant melanomas : relevance in the prognosis

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Resumo(s)

Malignant Melanoma is considered the most dangerous skin neoplasia for its potential to invade distant tissues and its associated mortality. Its incidence is considered epidemic. Mitotic rate was recently introduced in the AJCC guidelines as the 2nd most important prognostic factor for thin stage I melanomas, after tumoral thickness, as it strongly correlates with a lower survival rate. Together with ulceration, this variable changes the classification of thin tumors (≤1mm) from T1a to T1b, if at least one mitosis/ mm2 is present. This implies an alteration in patients’ management and treatment. It has been a target of discussion for its accuracy among clinicians and interobserver disparities. The cutoff of one mitosis as also been targeted, since mitotic figures can be found in benign lesions, particularly when immunohistochemistry is used. Mitotic rate has been used to refer patients to sentinel lymph node biopsy, which has also been a disagreement point. Immunohistochemistry in mitoses detection is still under investigation but it is proved to facilitate the observation, although having some objections. Standardization is essential to a more reliable method and adequate patient’s maneuver.
Melanoma Maligno é considerado a neoplasia da pele com maior perigo, pelo seu potencial de invasão de tecidos distantes e mortalidade associada. A sua incidência é considerada epidémica. O índice mitótico foi recentemente introduzido nas recomendações da AJCC como o 2º factor de prognóstico mais importante para os melanomas finos de grau I, logo após a espessura tumoral, por se correlacionar com uma diminuição da taxa de sobrevida. Juntamente com a ulceração, esta variável altera a classificação dos tumores finos (≤1mm) de T1a para T1b, se pelo menos uma mitose/mm2 estiver presente. Isto implica uma alteração na gestão e tratamento dos doentes. Tem sido um alvo de discussão devido à fiabilidade entre clínicos e disparidades entre observadores. O “cutoff” de uma mitose tem também sido visado, já que as imagens de mitoses podem ser encontradas em lesões benignas, particularmente se forem usadas técnicas de imuno-histoquímica. O índice mitótico tem sido utilizado para referenciar doentes para biópsia de gânglio sentinela, o que também tem sido um ponto de discórdia. A utilização de imuno-histoquímica na deteção de mitoses continua sob investigação, no entanto está provado que facilita a observação, embora haja algumas objeções a ter em conta. Uniformizar a técnica é essencial para um método mais fiável e uma abordagem adequada dos doentes.

Descrição

Trabalho Final do Curso de Mestrado Integrado em Medicina, Faculdade de Medicina, Universidade de Lisboa, 2016

Palavras-chave

Melanócito Melanoma Mitose Índice mitótico Biópsia de gânglio sentinela Imuno-histoquímica

Contexto Educativo

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