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Orientador(es)
Resumo(s)
Num contexto em que se discute e aprofunda a formação dos diferentes técnicos que contribuem para o planeamento e para a gestão das cidades, interessa aprofundar o conceito de cidade inclusiva como forma de repensar os paradigmas e os modelos de governança e de planeamento das cidades do seculo XXI. Por um lado, as cidades são na actualidade os grandes espaços para a vida humana nas suas várias dimensões, sendo que a qualidade de vida e o bem estar das pessoas dependem muito das oportunidades e das condições que as cidades enquanto espaços urbanos oferecem. No entanto parece que estamos perante uma contradição com contornos difíceis. A grande concentração das pessoas e dos recursos geram oportunidades únicas, mas ao mesmo tempo criam novos problemas de exclusão social, pois nem todos participam de igual modo na vida da cidade, nem todos têm acesso aos recursos económicos, culturais, sociais, educacionais, de saúde, de tecnologia e de socialização que a cidade possui. A inclusão nas cidades é um desafio para que todos possam tirar o maior partido do meio urbano que segundo François Mitterrand é um dos mais geniais eventos da humanidade. A questão que se pretende abordar passa pela importância que arquitetos e urbanistas podem ter no desenvolvimento de cidades mais sustentáveis em que a função social da profissão permita que estes profissionais possam ser catalisadores de uma sociedade mais justa e equitativa.
Descrição
Palavras-chave
Cidades Inclusivas; Exclusão Social; Planeamento Urbano
Contexto Educativo
Citação
MARQUES, C. A. A.; RASTEIRO, D. M. S. Aprender a Planear a Cidade Inclusiva. Cadernos de Pós-Graduação em Arquitetura e Urbanismo, [S. l.], v. 18, n. 1, p. 14, 2018. Disponível em: http://editorarevistas.mackenzie.br/index.php/cpgau/article/view/2018.1.Marques.
