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Orientador(es)
Resumo(s)
Os técnicos florestais são um dos principais intervenientes no território rural.
Os incêndios são a maior ameaça aos espaços florestais portugueses e são
maioritariamente um problema social. Com o objetivo de perceber se as
competências fornecidas nos diversos cursos universitários da área florestal
respondem às diversas solicitações laborais destes profissionais e aos desafios
do séc. XXI, realizou-se um levantamento das necessidades formativas dos
técnicos, confrontando-as com as diferentes atividades profissionais e a sua
formação universitária ao nível da licenciatura e mestrado. A metodologia
utilizada incluiu a análise de conteúdos das licenciaturas e mestrados na área
das ciências florestais e um questionário enviado por correio eletrónico aos
220 técnicos que trabalham nos Gabinetes Técnico Florestal em Portugal. A
taxa de resposta foi de 71%. Desta análise verificou-se que existem diversas
novas funções ligadas principalmente às componentes sociais como por
exemplo na área da educação ambiental e sensibilização. Assim concluiu-se
que as maiores discrepâncias entre o que é importante para o desempenho
profissional e a preparação dos técnicos, encontram-se maioritariamente
na dimensão humana da gestão dos recursos florestais, nomeadamente
na integração da componente social da perceção do risco por parte da
população na gestão. Esta componente social reflete-se nas competências
ligadas à comunicação com diferentes públicos (competências gerais) e as
que estão ligadas às competências sociais e relacionais como gestão de
conflitos, dinâmica de grupos e a componente pedagógica
Descrição
Palavras-chave
técnicos florestais prevenção de incêndios florestais cursos universitários florestais
Contexto Educativo
Citação
Cadernos de Pesquisa: Pensamento Educacional, Curitiba, Número Especial, p.105-126 2018
Editora
Universidade Tuiuti do Paraná
