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Resumo(s)
Manuel Fernandes Tomás foi um dos mais destacados protagonistas da revolução liberal de 1820. Os textos de sua autoria que se incluem neste volume são peças de demonstração inequívoca do seu envolvimento ativo e do papel ímpar que desempenhou na construção de um moderno regime de monarquia constitucional em Portugal.
A experiência política que revelou na fase inicial do mandato regenerador teve como antecedentes a tarimba do magistrado e o prestígio do jurisconsulto conhecedor das matérias que suscitavam a sua intervenção.1 Fernandes Tomás concluiu em 1791 a sua formação jurídica na Universidade de Coimbra, iniciando então uma carreira pública em que se destacam os cargos de almotacé, de procurador fiscal e de vereador da Câmara da Figueira da Foz (vila mercantil onde nasceu a 31 de julho de 1771), de juiz de fora em Arganil, de superintendente das Alfândegas e Tabacos de Aveiro, Leiria e Coimbra, de provedor da comarca de Coimbra
e de desembargador do Tribunal da Relação e Casa do Porto. Foi neste cargo que, a partir de 1816, se deixou surpreender e animar pela causa regeneradora. Durante o período das invasões francesas (entre 1808 e 1811) cumpriu funções como encarregado dos abastecimentos das tropas britânicas, que certamente viu desembarcar em junho de 1808, junto à foz do Mondego, na sua vila natal, sob o comando de Arthur Wellesley (futuro duque de Wellington).
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Palavras-chave
Contexto Educativo
Citação
Cardoso, J. L. (2020). Introdução: Manuel Fernandes Tomás e o movimento constitucional vintista. In Tomás, M. F. e Cardoso, J. L. (introd. e edição), Escritos políticos e discursos parlamentares, (1820-1822). pp. 23-80. Lisboa: ICS. Imprensa de Ciências Sociais / Câmara Municipal da Figueira da Foz
Editora
ICS. Imprensa de Ciências Sociais / Câmara Municipal da Figueira da Foz
