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Autores
Orientador(es)
Resumo(s)
No ano de 1973, ocorreu um caso curioso: no norte e no sul do país, em Esposende e em Lagos, foram inauguradas duas esculturas de D. Sebastião, devido a efemérides diferentes dessas duas cidades, obras de Lagoa Henriques (1923-2009) e de João Cutileiro (1937), respetivamente. Se esta última peça tem sido vista como o marcando o fim de um longo ciclo que se iniciou com o “zarquismo”, a de Lagoa Henriques foi pouco estudada e permanece injustamente esquecida. Será precisamente sobre esses dois objetos escultóricos, as afinidades, as diferenças estéticas e plásticas que irá ser desenvolvido este artigo. Importante será ainda a abordagem à “loucura” que se pode vislumbrar nessas duas esculturas.
Descrição
Palavras-chave
Escultura D. Sebastião João Cutileiro Lagoa Henriques Lagos Esposende
Contexto Educativo
Citação
In: Convocarte, nº11 (set. 2020): Arte e loucura, p. 220-235
Editora
Centro de Investigação e Estudos em Belas-Artes, Faculdade de Belas-Artes da Universidade de Lisboa
