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O Palácio da Terrugem e a sua quinta – património singular em Paço d’Arcos

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Orientador(es)

Resumo(s)

O conjunto formado por Quinta e Palácio da Terrugem é a memória, quase sempre esquecida, do que terá sido uma parte do Reguengo de Oeiras. A quinta já não é mais que um jardim e a parte edificada resulta de mais de quatro séculos de profundas transformações empreendidas pelos seus inúmeros proprietários. Do conjunto há a destacar a fachada nobre, orientada a sul, exibindo singular loggia dupla. O piso térreo ostenta colunas quinhentistas com capitéis dissemelhantes, revestimento azulejar enxaquetado de colocação diversa da convencional, datável do início do século XVII, e lintéis ornamentados das portas de entrada principal e de acesso à capela. A capela, originalmente uma ermida de que haverá memória de culto desde pelo menos o ano de 1528, está adossada à edificação principal. Eis alguns encantos deste elemento patrimonial oeirense raramente lembrado. (...)

Descrição

Palavras-chave

Paço de Arcos Villa renascentista

Contexto Educativo

Citação

Antunes, Alexandra de Carvalho (2021) - O Palácio da Terrugem e a sua quinta – património singular em Paço d’Arcos. "A CARTUXA", n.º 2 (suplemento do "Jornal A Voz de Paço de Arcos"), Junho 2021, p. 8-12.

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