Publicação
Abordagem da multimorbilidade e polimedicação em farmácia Comunitária
| datacite.subject.fos | Ciências da Saúde | pt_PT |
| dc.contributor.advisor | Correia, Ana Paula Mecheiro de Almeida Martins Silvestre | |
| dc.contributor.author | Malagueira, Mariana Centeio Falcão | |
| dc.date.accessioned | 2022-04-19T12:10:53Z | |
| dc.date.available | 2022-04-19T12:10:53Z | |
| dc.date.issued | 2020-11-20 | |
| dc.date.submitted | 2020-10-18 | |
| dc.description | Trabalho Final de Mestrado Integrado, Ciências Farmacêuticas, 2020, Universidade de Lisboa, Faculdade de Farmácia. | pt_PT |
| dc.description.abstract | Introdução: O envelhecimento da população está cada vez mais acentuado nos países desenvolvidos, no qual Portugal não é exceção. Devido a este fenómeno, o número de idosos com multimorbilidade é cada vez maior, o que causa um aumento concomitante do uso de diversos medicamentos, levando à polimedicação. A multimorbilidade e concomitante polimedicação, levam a um maior risco de reações adversas e a uma dificuldade acrescida na gestão da medicação. Objetivo: Este estudo exploratório teve como objetivo caracterizar uma população de doentes polimedicados e com multimorbilidades quanto ao seu perfil clínico e terapêutico e padrão sócio-demográfico. Material e Métodos: O estudo com delineamento transversal, foi realizado por aplicação de um questionário durante a visita do utente à farmácia. Foi composto por uma amostra de 150 doentes, que tinham duas ou mais doenças crónicas, tomavam cinco ou mais medicamentos por dia de forma contínua e declaravam ser autónomos na administração da medicação. Resultados: A amostra foi constituída por 83 mulheres e 67 homens com idades compreendidas entre os 55 e os 95 anos. O número médio de doenças e de fármacos administrados diariamente foi de 3,7 e 7,03, respetivamente. As três doenças mais prevalentes foram a Hipertensão, Hipercolestrolémia e Diabetes. Verificou-se que um dos fatores influenciadores da polimedicação excessiva é o número de médicos que cada doente visita regularmente e que um aumento da multimorbilidade leva a um aumento na polimedicação (p-value <0,05). Com exceção deste fator, não foram encontradas relações estatisticamente significativas entre multimorbilidade e polimedicação e as variáveis sexo e idade. Conclusão: Neste estudo realizou-se uma caracterização de doentes com multimorbilidades e polimedicados em Portugal que deve ser melhorada expandindo o tamanho amostral. Pela frequência que a polimedicação assume na população estudada, é desejável que, através da intervenção farmacêutica, se minimizem os potenciais problemas de segurança associados a uma polimedicação inadequada. Assume-se assim, que o farmacêutico poderá ter um papel determinante na revisão e gestão da terapêutica de cada doente crónico, contribuindo para uma diminuição da ocorrência de reações adversas bem como na deteção de erros de medicação. | pt_PT |
| dc.description.abstract | Introdução: O envelhecimento da população está cada vez mais acentuado nos países desenvolvidos, no qual Portugal não é exceção. Devido a este fenómeno, o número de idosos com multimorbilidade é cada vez maior, o que causa um aumento concomitante do uso de diversos medicamentos, levando à polimedicação. A multimorbilidade e concomitante polimedicação, levam a um maior risco de reações adversas e a uma dificuldade acrescida na gestão da medicação. Objetivo: Este estudo exploratório teve como objetivo caracterizar uma população de doentes polimedicados e com multimorbilidades quanto ao seu perfil clínico e terapêutico e padrão sócio-demográfico. Material e Métodos: O estudo com delineamento transversal, foi realizado por aplicação de um questionário durante a visita do utente à farmácia. Foi composto por uma amostra de 150 doentes, que tinham duas ou mais doenças crónicas, tomavam cinco ou mais medicamentos por dia de forma contínua e declaravam ser autónomos na administração da medicação. Resultados: A amostra foi constituída por 83 mulheres e 67 homens com idades compreendidas entre os 55 e os 95 anos. O número médio de doenças e de fármacos administrados diariamente foi de 3,7 e 7,03, respetivamente. As três doenças mais prevalentes foram a Hipertensão, Hipercolestrolémia e Diabetes. Verificou-se que um dos fatores influenciadores da polimedicação excessiva é o número de médicos que cada doente visita regularmente e que um aumento da multimorbilidade leva a um aumento na polimedicação (p-value <0,05). Com exceção deste fator, não foram encontradas relações estatisticamente significativas entre multimorbilidade e polimedicação e as variáveis sexo e idade. Conclusão: Neste estudo realizou-se uma caracterização de doentes com multimorbilidades e polimedicados em Portugal que deve ser melhorada expandindo o tamanho amostral. Pela frequência que a polimedicação assume na população estudada, é desejável que, através da intervenção farmacêutica, se minimizem os potenciais problemas de segurança associados a uma polimedicação inadequada. Assume-se assim, que o farmacêutico poderá ter um papel determinante na revisão e gestão da terapêutica de cada doente crónico, contribuindo para uma diminuição da ocorrência de reações adversas bem como na deteção de erros de medicação. | pt_PT |
| dc.description.sponsorship | Com o patrocínio da Farmácia Veritas. | pt_PT |
| dc.identifier.tid | 202681319 | pt_PT |
| dc.identifier.uri | http://hdl.handle.net/10451/52414 | |
| dc.language.iso | por | pt_PT |
| dc.subject | Multimorbilidade | pt_PT |
| dc.subject | Polimedicação | pt_PT |
| dc.subject | Gestão da terapêutica | pt_PT |
| dc.subject | Intervenção farmacêutica | pt_PT |
| dc.subject | Mestrado integrado - 2020 | pt_PT |
| dc.title | Abordagem da multimorbilidade e polimedicação em farmácia Comunitária | pt_PT |
| dc.type | master thesis | |
| dspace.entity.type | Publication | |
| rcaap.rights | openAccess | pt_PT |
| rcaap.type | masterThesis | pt_PT |
| thesis.degree.name | Tese de Mestrado Integrado em Ciências Farmacêuticas | pt_PT |
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