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Publicação

A transição florestal e a governança do risco de incêndio em Portugal nos últimos 100 anos

dc.contributor.advisorClaro, João
dc.contributor.advisorPereira, José Miguel Cardoso
dc.contributor.authorOliveira, Tiago Martins de
dc.date.accessioned2018-02-21T12:08:17Z
dc.date.available2020-01-01T01:30:11Z
dc.date.issued2017
dc.descriptionDoutoramento em Engenharia Florestal e dos Recursos Naturais - Instituto Superior de Agronomiapt_PT
dc.description.abstractEm meados do séc. XIX Portugal inverteu o milenar processo de desflorestação e iniciou uma rápida expansão da área arborizada. No entanto, desde 1970, o equivalente a metade do país foi percorrido pelo fogo e as estatísticas reflectem um decréscimo da superfície florestal. Para compreender o presente e prospectivar o futuro, investiga-se a transição florestal e a governança do risco de incêndio ocorridas nos últimos 100 anos. Construída a base de dados geográfica da ocupação do solo para 1910, 1960, 1970, 1990 e 2006, através da análise de clusters identificam-se quatro percursos de transição e discutem-se os resultados à luz da história agrícola e florestal recente. Conclui-se que existiram condições necessárias e suficientes para a transição florestal e reflecte-se sobre as condicionantes que a tornam vulnerável. Constrói-se uma cronologia da evolução do enquadramento institucional e, por análise de conteúdos à legislação sobre incêndios publicada entre 1910 e 2013, investiga-se o percurso da governança do risco. Discute-se como o contexto, a formulação do problema e os actores contribuíram para as diferentes soluções, em cada época. Conclui-se que o sistema formal de comando único que administrava um risco simples evoluiu para um sistema tripartido com múltiplos actores que gerem um risco complexo e ambíguo. Empregando simulação do comportamento do fogo, evidencia-se que só o contributo dos tratamentos de combustíveis lineares é insuficiente para a mitigação do risco, da área ardida e transmissão do fogo entre municípios. Sugere-se esta metodologia para mobilizar as partes interessadas a cooperar entre si, melhorando o processo de governação de risco. Nesta dissertação, defende-se a Tese que no Portugal Mediterrânico e Atlântico a expansão florestal mantém-se enquanto as soluções informais e locais funcionam, estando estas intimamente ligadas à gestão e ao conhecimento da floresta e do território. Investigados os percursos da transição florestal e da governança do risco de incêndio, parece ser difícil assegurar uma transição florestal sustentadapt_PT
dc.description.versionN/Apt_PT
dc.identifier.citationOliveira, T.M. - A transição florestal e a governança do risco de incêndio em Portugal nos últimos 100 anos. Lisboa: ISA, 2017, 248 p.pt_PT
dc.identifier.tid101376499
dc.identifier.urihttp://hdl.handle.net/10400.5/14961
dc.language.isoporpt_PT
dc.publisherISApt_PT
dc.subjectanálise de conteúdospt_PT
dc.subjectalteração do uso do solopt_PT
dc.subjectgovernança do risco de incêndios florestaispt_PT
dc.subjecttransição florestalpt_PT
dc.subjectPortugalpt_PT
dc.titleA transição florestal e a governança do risco de incêndio em Portugal nos últimos 100 anospt_PT
dc.title.alternativeForest transition and wildfire risk governance in Portugal - the last 100 yearspt_PT
dc.typedoctoral thesis
dspace.entity.typePublication
rcaap.embargofctA Tese contém textos de artigos ainda não publicadospt_PT
rcaap.rightsembargoedAccesspt_PT
rcaap.typedoctoralThesispt_PT

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