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Autores
Orientador(es)
Resumo(s)
Desde sempre que o Corpo, a Arte e a Paisagem caminham lado a lado, investigando-se e influenciando a cultura humana e a percepção que o Homem tem sobre cada um deles, catalisando deste modo o avanço da sociedade.
Numa fase em que a própria Arte se reinventa através do Corpo Humano (enquanto suporte e dispositivo de pensamento da Arte), é sensato pensar na conexão que se estabelece entre dois elementos: esse mesmo Corpo e a Paisagem. Neste sentido é preponderante responder a algumas questões: Qual é o papel da Paisagem na sua dimensão de suporte das atividades existenciais humanas? Como é que o Corpo usufrui/permanece nessa Paisagem? Pode o Corpo funcionar como dispositivo configurador de Paisagem, através da sua infinitiva plasticidade? Como pode a nova geração de arquitetos paisagistas interpretar essa relação entre Corpo e Paisagem, e pensar o espaço segundo as especificidades de ambos?
São algumas destas questões que a presente dissertação se propõe pensar, através da compreensão da utilização da Paisagem pelo Homem, não numa perspectiva de substrato biofísico mas na sua dimensão cultural. Espera-se, com essas respostas, contribuir para o processo contínuo de pensamento acerca da Paisagem Cultural como extensão do Corpo Humano. Para melhor enquadrar as ideias desenvolvidas neste processo de pensamento, propõe-se um estudo sobre pintura e fotografia representativas da Paisagem, conjuntamente com a interpretação do trabalho artístico desenvolvido pelo colectivo “Os Espacialistas”, do qual o autor atualmente faz parte, especialmente na Fundação Calouste Gulbenkian, em Lisboa.
Descrição
Mestrado em Arquitetura Paisagista - Instituto Superior de Agronomia - UL
Palavras-chave
arte corpo paisagem processo humano projeto
Contexto Educativo
Citação
Pires, T.A.M. - O corpo na paisagem. Fragmentos de arte e natureza. Lisboa: ISA, 2015, 109 p.
