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Autores
Orientador(es)
Resumo(s)
O padrão de reactivação vagal pós-exercício está bem caracterizado na literatura. Contudo, os efeitos da ingestão de água durante este período não foram ainda bem estudados. Em conformidade, este estudo pretendeu avaliar a influência da ingestão de 500 mL de água sobre a reactivação vagal após o esforço máximo dinâmico. Vinte participantes saudáveis (10 homens e 10 mulheres, idade: 20.6 ± 1.5 anos) foram incluídos neste estudo. As series R-R e os parâmetros ergo-espirométricos foram recolhidos em repouso (pré e pós-ingestão) e durante a recuperação. A análise espectral da VFC foi realizada com base no modelo autoregressivo. A rMSSD foi analisada em segmentos nos primeiros 5 min da recuperação e a análise espectral foi aplicada entre o 5-30º min. A ingestão de 500 mL resultou numa tendência bradicárdica em repouso (Pós-50-mL: 64.5 ± 9.9; pós-500-mL: 60.4 ± 8.1 bpm) (p = 0.06). A PAM aumentou após a ingestão de 500 mL de água, mas não após 50 mL (p < 0.05). A VFC no domínio do tempo e da frequência foi semelhante (p > 0.05) entre condições (50 vs. 500 mL) durante a recuperação. Assim sendo, a ingestão de 500 mL de água não acelera o padrão de reactivação vagal após o exercício máximo.
Descrição
Mestrado em Treino de Alto Rendimento
Palavras-chave
Água Análise espectral Análise temporal Exercício máximo dinâmico Hipotensão Pressão arterial Reactivação vagal Risco cardiovascular Sistema nervoso autónomo Variabilidade da frequência cardíaca
Contexto Educativo
Citação
Teixeira, Micael S. (2012) - Efeitos da ingestão de água no padrão de reactivação vagal pós-esforço máximo dinâmico. Dissertação de Mestrado. Universidade Técnica de Lisboa. Faculdade de Motricidade Humana.
