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Relatório de estágio: Instituto Português de Oncologia de Lisboa

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Resumo(s)

Existem mais de 100 tipos conhecidos de vírus do papiloma humano (HPV), sendo o vírus sexualmente transmissível mais frequente. O vírus infecta as células basais do epitélio, mantendo-se no núcleo sob a forma de um epissoma de DNA de cadeia dupla. As infecções por HPV estão associadas a várias lesões malignas e benignas, incluindo verrugas genitais, neoplasias anogenitais malignas e neoplasias malignas da cavidade oral, cabeça e pescoço. Os subtipos de HPV mais frequentes estão associados aos casos de cancro do colo do útero. Em consequência, os subtipos de HPV são classificados, como de alto ou baixo risco, dependendo da incidência com que se associam a uma transformação maligna e ao desenvolvimento de lesões benignas. Actualmente, aceitase de forma consensual que é necessário haver uma infecção por HPV para a progressão do cancro do colo do útero, todavia, ocorrências celulares adicionais, tais como o estado de integração do DNA do HPV e a carga viral, também constituem factores chave associados à progressão do cancro. Os métodos de detecção da infecção conjugam as áreas de citologia, histopatologia e biologia molecular, e desta forma, é possível o diagnóstico precoce e evitar um cancro invasivo. Como prevenção já existem as vacinas profiláticas contra o HPV.

Descrição

Relatório de estágio de mestrado, Análises Clínicas, Universidade de Lisboa, Faculdade de Farmácia, 2013

Palavras-chave

Teses de mestrado - 2013

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