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Autores
Orientador(es)
Resumo(s)
A hipertensão arterial é o fator de risco com maior impacto na mortalidade cardiovascular. Desde 1977 têm sido publicadas e atualizadas regularmente recomendações(guidelines) para o controlo da hipertensão sob a égide de diversas Sociedades e Organizações Científicas
(JNC, OMS, ESH, ESC, NICE, BCCF/AHA, ASH, ADA, NKFKDIGO,etc)(1-9) e definidas Normas de Orientação Clínica (NOCs)(10) que refletem a evidência científica e constituem um importante apoio à decisão na prática clínica. São orientações para a avaliação da doença hipertensiva e decisão terapêutica baseadas em características individuais,
principalmente os fatores de risco cardiovasculares concomitantes, as doenças e outras condições clínicas associadas. Embora existam algumas diferenças entre as diversas Guidelines que, como é desejável, têm vindo a diminuir, qualquer estratégia efetiva de prevenção e tratamento da hipertensão arterial inclui modificações de estilo de vida e opções terapêuticas farmacológicas. As medidas não farmacológicas devem ser adotadas por todos, normotensos, sobretudo os que têm pressão arterial normal-alta (pré-hipertensos), e hipertensos sob terapêutica
farmacológica. Este texto tem alguns tópicos, mas o principal propósito é apresentar estratégias terapêuticas antihipertensivas em situações especiais e que globalmente são muito comuns na prática clínica. Na verdade, um doente hipertenso médio, de referência, não existe e o desafio do clínico é escolher o(s) fármaco(s) certo(s) para o doente certo.
Descrição
Trabalho apresentado no II Simpósio Luso-Brasileiro de Hipertensão, Porto Alegre, 22-24 de Novembro de 2012.
Palavras-chave
Hipertensão arterial Terapêutica farmacológica
