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Publicação

Leonor Teles, uma mulher de poder?

dc.contributor.advisorSilva, Manuela Santos, 1961-pt
dc.contributor.authorCampos, Isabel Maria Garcia de Pina N. Baleiras S.pt
dc.date.accessioned2010-07-27T17:16:09Z
dc.date.available2010-07-27T17:16:09Z
dc.date.issued2008pt
dc.descriptionTese de mestrado em História Medieval de Portugal apresentada à Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa, 2008pt
dc.description.abstractEstudar o papel político da Rainha D. Leonor Teles, mulher do Rei D. Fernando de Portugal, foi o objectivo deste trabalho. Avaliar a veracidade do retrato que Fernão Lopes construiu, da Rainha, nas suas crónicas, foi o desafio que espoletou a investigação. O confronto dos seus escritos com a chancelaria activa e passiva do Rei D. Fernando e com outras crónicas (como as de Pero Lopez de Ayala, de Jean Foissart, de Jerónimo Zurara e a Crónica do Condestável ) representou a metodologia pela qual optámos. Apesar do número de doações dadas aos familiares, amigos e criados da Rainha ser 150, num total de 1691 actos de chancelaria, ou seja, 8,87%, Leonor Teles influenciou o governo do marido, nos domínios da graça régia, da diplomacia internacional e da sucessão do Reino, como provam as várias mercês que o Rei emitiu, em conjunto, com a Rainha e, às vezes também com a Infanta, D. Beatriz, e a participação de Leonor nos tratados de casamento da filha com Castela. Esta presença deve ser compreendida tendo em conta, não só o perfil psicológico e emocional do casal, mas, também, a noção de governo conjunto que o Rei defendeu dever ter com a Rainha, por ele achar que ela tinha direito a uma parte desse regimento. O Monarca, porém, não abandonou as prerrogativas de Rei absoluto , pois, mesmo nas terras da Rainha não se coibiu de interferir, apesar dos amplos poderes e liberdades que a carta de arras atribuía a Leonor. A comparação das chancelarias da Rainha, enquanto Consorte e, depois enquanto Regente revelou, que, nesta última e ao contrário da anterior, os privilégios atribuídos foram parcos e precários e que os agraciados passaram a ser os estratos mais baixos da nobreza, do clero e a burguesia. Leonor Teles morreu, provavelmente entre 1390 e 1405/6, em Valladolid. Segundo Antolínez de Burgos, um historiador seiscentista desta cidade, a sepultura da Rainha foi encontrada no claustro do Mosteiro de La Merced de Valladolid, em 1626, quando aí se procediam a obras de restauração.pt
dc.description.abstractResumo alargado disponível em inglêspt
dc.formatapplication/pdfpt
dc.identifier.urihttp://catalogo.ul.pt/F/?func=item-global&doc_library=ULB01&type=03&doc_number=000545795pt
dc.identifier.urihttp://hdl.handle.net/10451/1751
dc.language.isoporpt
dc.subjectTeles, Leonor, Rainha de Portugal, 1350?-1386?pt
dc.subjectRainhas - Portugal - séc.14pt
dc.subjectHistória política - Portugal - séc.14pt
dc.subjectPortugal - História - séc.14pt
dc.subjectTeses de mestrado - 2008pt
dc.titleLeonor Teles, uma mulher de poder?pt
dc.typemaster thesis
dspace.entity.typePublication
rcaap.rightsopenAccesspt
rcaap.typemasterThesispt

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