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Autores
Orientador(es)
Resumo(s)
A questão do mal radical em Kant não se limita à noção do indivíduo. Bem pelo contrário, as raízes do mal manifestam-se nas relações entre os seres humanos, justificando a necessidade e os limites do direito. Assim sendo, a hipérbole kantiana do povo de demónios mostra como a legislação jurídica neutraliza o mal a nível exterior sem ser capaz de erradicá-lo a nível interior. No entanto, trata-se aqui de constituir o direito unicamente como um meio de progresso, ou seja como uma condição de possibilidade de uma comunidade ético-civil.
Descrição
Palavras-chave
Kant, Immanuel, 1724-1804 - Crítica e interpretação Mal
Contexto Educativo
Citação
Braz, Adelino, "O direito frente ao mal radical. A hipérbole kantiana do povo de demónios", Philosophica 31 (Abril 2008): 65-75.
Editora
Edições Colibri / Departamento de Filosofia da Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa
