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datacite.subject.fosHumanidades::Línguas e Literaturaspt_PT
dc.contributor.advisorTamen, Miguel Bénard da Costa
dc.contributor.authorFurtado, Maria Rita Antunes Botelho
dc.date.accessioned2023-03-01T11:59:23Z
dc.date.available2023-03-01T11:59:23Z
dc.date.issued2022-01-18
dc.date.submitted2021-09-28
dc.description.abstractIn this thesis, we will look into a work of philosophy and a work of literature as allies when it comes to discussing particular issues, namely self-knowledge. Thus, the idea that we are self-reliant when it comes to knowing ourselves will be disproven through the analysis of James Joyce’s Ulysses and William James’s The Varieties of Religious Experience. In what follows, we will argue that despite people understanding each other or not, the two chosen authors show us that it is only through our interactions with others and our trying to comprehend them that we can ever hope to understand ourselves. However, James and Joyce do not provide us with a recipe that — should we follow it through — will inevitably lead us to achieve self-knowledge. Instead, we have two pseudo-solutions, for none of their ways of thinking about this offers any guarantee of success. However, both James and Joyce indicate that there is no other way of knowing oneself than the one each of them presents. The risk we take is misunderstandings or even total blindness when it comes to comprehending others. Precise formulas for knowing oneself are inexistent, and all that we can do is either settle or keep going, hoping for the best possible result.pt_PT
dc.description.abstractNesta tese, iremos ler um texto filosófico e um texto literário, considerando-os aliados quando se trata de discutir determinados assuntos, nomeadamente questões de autoconhecimento. Assim, a ideia de que somos auto-suficientes quando se trata de nos conhecermos a nós próprios será contestada através da análise de Ulysses, de James Joyce, e de The Varieties of Religious Experience, de William James. No decurso desta tese, argumentaremos que independentemente de as pessoas se compreenderem umas às outras ou não, os dois autores escolhidos mostram-nos que é apenas através das nossas interacções com outras pessoas, bem como das nossas tentativas no sentido de as percebermos, que podemos esperar sequer esperar conhecermo-nos a nós próprios. Porém, James e Joyce não nos oferecem uma receita que, caso a sigamos com atenção, nos leva inevitavelmente ao auto-conhecimento. Em vez disso, o que ambos nos apresentam são pseudosoluções, já que nenhum dos modos como se debruçam acerca deste assunto oferece qualquer garantia de sucesso. Ainda assim, tanto James como Joyce indicam que não há outra forma de nos conhecermos a nós próprios que não aquela que cada um apresenta. O risco que corremos implica mal-entendidos ou até uma cegueira total quando se trata de compreender os outros. Apesar de fórmulas precisas que levem ao auto-conhecimento serem inexistentes, tudo o que podemos fazer é resignar-nos ou continuar em frente, na esperança de chegar ao melhor resultado possível.pt_PT
dc.identifier.tid101710739pt_PT
dc.identifier.urihttp://hdl.handle.net/10451/56496
dc.language.isoengpt_PT
dc.subjectJoyce, James - 1882-1941 . Ulysses
dc.subjectJames, William - 1842-1910. The Varieties of Religious Experience
dc.subjectRomance irlandês de língua inglesa - séc.20 - História e crítica
dc.subjectFilosofia - Estados Unidos - séc.19-20
dc.subjectConhecimento de si mesmo
dc.subjectTolerância
dc.subjectTransmigração
dc.subjectSolipsismo
dc.subjectTeses de doutoramento - 2022
dc.titleJames and Joycept_PT
dc.typedoctoral thesis
dspace.entity.typePublication
rcaap.rightsopenAccesspt_PT
rcaap.typedoctoralThesispt_PT
thesis.degree.nameDoutoramento em Teoria da Literaturapt_PT

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