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Autores
Orientador(es)
Resumo(s)
A política de cooperação entre países doadores e destinatários tem-se alterado significativamente nos últimos anos. Apesar das próprias problemáticas terem-se alterado, os actores dos países desenvolvidos em conjunto com parceiros nacionais e internacionais estão a tentar encontrar novos instrumentos e modalidades de cooperação para o desenvolvimento. Portugal não é excepção, e uma nova política de cooperação foi recentemente (re)descoberta. Esta centra-se no conceito de cluster que tem sido nas últimas décadas utilizado por decisores políticos enquanto instrumento de promoção da competitividade e inovação (Porter, 1990, 1998, 2000).
Sob a estratégia orientadora intitulada “Uma visão estratégica da Cooperação Portuguesa” adoptada em 2005, Portugal tem reconhecido a necessidade de desenvolver esforços para adoptar este novo instrumento. Este "é composto de um número de projectos que são implementados por diferentes instituições, na mesma área geográfica e dentro de um quadro comum" (IPAD, 2005: 52). Dentro deste cenário, esta comunicação foca o caso Português, como um caso potencial para tentar perceber a potencialidade como inovação e a coerência política dos objectivos e estratégias subjacentes à criação dos clusters de cooperação. Assim, pretende-se dar conta da investigação em curso não só numa perspectiva de (re)examinar os argumentos teóricos para a adopção dos clusters, mas também através de uma análise das actuais práticas da cooperação com Moçambique.
Descrição
Palavras-chave
Clusters Inovação Competitividade Cooperação para o desenvolvimento Ilha de Moçambique
Contexto Educativo
Citação
Sangreman, Carlos e Sandra Silva. 2012. "Os clusters como instrumento da cooperação internacional portuguesa para o desenvolvimento, o caso da Ilha de Moçambique". Instituto Superior de Economia e Gestão. CEsA - Documentos de Trabalho nº 104/ 2012
