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Autores
Orientador(es)
Resumo(s)
ARTIGO 1: O presente trabalho tem como objetivo principal a revisão da literatura sobre a avaliação cognitiva, com especial ênfase na avaliação cognitiva não-verbal, e a mais-valia da sua utilização nas populações com necessidades educativas especiais.
Um tema que surge da prática clínica, no diagnóstico precoce e intervenção de crianças com necessidades educativas especiais, que remete para necessidade do aprofundamento do potencial cognitivo destas crianças e, consequentemente, de adequação dos planos e estratégias de intervenção.
A pesquisa bibliográfica foca-se numa primeira linha na definição da avaliação cognitiva geral e conceitos associados à mesma, seguindo-se o enquadramento da avaliação cognitiva não-verbal e sua especificidade.
O capítulo seguinte prende-se com avaliação cognitiva não-verbal em populações especiais, demonstrando a sua importância e utilização neste âmbito.
Por último, o capítulo que procura enquadrar o tema da avaliação cognitiva não-verbal no âmbito da reabilitação psicomotora, nomeadamente ao nível da intervenção precoce e a sua mais-valia nesta área. ARTIGO 2: Este artigo apresenta como objetivo o estudo comparativo do QI não-verbal entre três grupos específicos de modo a averiguar as possíveis diferenças existentes. Para o efeito aplicou-se o teste Leiter – R, uma medida de inteligência não-verbal e que tem sido considerada particularmente útil para populações especiais, a 90 crianças, entre os 3 e 5 anos de idade, tendo as mesmas sido distribuídas da seguinte forma: grupo A: 30 crianças sem diagnóstico médico; grupo B: 30 crianças com dificuldades intelectuais e desenvolvimentais e o grupo C: 30 crianças com perturbações do espetro do autismo.
Os resultados da análise indicam que as crianças com um desenvolvimento típico e sem diagnóstico e as crianças com perturbações do espetro do autismo apresentam resultados de QI dentro da média, enquanto as crianças com dificuldades intelectuais se situam abaixo da média, parecendo indicar não haver dificuldades gerais na inteligência não-verbal para a população com Perturbações do Espetro do Autismo. Destaca-se o subteste do Emparelhamento no grupo A e o Contextualizar Imagens nos restantes grupos B e C como as áreas mais fortes.
Há possibilidade de inferir que as crianças com perturbações do espetro do autismo têm pontuações de QI na média e as crianças com DID apresentam valores inferiores à média, denotando dificuldades ao nível da cognição não-verbal.
Descrição
Mestrado em Reabilitação Psicomotora
Palavras-chave
Avaliação cognitiva Avaliação cognitiva não verbal Dificuldade intelectual e desenvolvimental Inteligência Intervenção psicomotora Necessidades educativas especiais Perturbações do desenvolvimento Perturbações do espectro do autismo LEITER-R
Contexto Educativo
Citação
Dias, Bárbara (2014) - Avaliação cognitiva não-verbal em populações com necessidades educativas especiais. Dissertação de Mestrado. Universidade de Lisboa. Faculdade de Motricidade Humana.
