| Nome: | Descrição: | Tamanho: | Formato: | |
|---|---|---|---|---|
| 3.54 MB | Adobe PDF |
Autores
Orientador(es)
Resumo(s)
Entre as políticas de habitação e os regimes de propriedade dominantes em diversos países observam-se diferenças notáveis. Até que ponto estas diferenças são ditadas por grandes interesses económicos e explicadas pela ideologia prevalecente no contexto das circunstâncias políticas de cada país? Partindo do princípio que a comparação entre os países do norte e do sul da Europa tem sido vastamente negligenciada pelos estudos comparados de políticas de habitação, ao usar os casos português e dinamarquês, procura-se testar a tipologia de sistemas de arrendamento de Kemeny para explicar a divergência entre estes sistemas de habitação.
Descrição
O presente artigo é um excerto e adaptação da publicação original:
Sónia Alves (2017) - Poles Apart? A Comparative Study of Housing Policies and Outcomes in Portugal and Denmark, Housing, Theory and Society, 34:2, 221-248, DOI: 10.1080/14036096.2016.1236036. Por restrições de
espaço, não foi incluída a seção final do documento original que compara a qualidade da habitação em Portugal e na Dinamarca, com base em informação estatística recolhida do Eurostat (Statistics on Income and
Living Conditions) e dos Institutos de Estatística dos dois países (INE e Statistics Denmark).
Palavras-chave
Sistemas de habitação Portugal Dinamarca Kemeny Mercados de arrendamento Ideologias
Contexto Educativo
Citação
Alves, S. (2018). Polos opostos? Um estudo comparativo das políticas de habitação em Portugal e na Dinamarca. Confidencial Imobiliário. Prémio André Jordan [Edição de 2018], 24-33
