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Publicação

Estudo da validade do questionário de robustez mental no desporto

dc.contributor.advisorRosado, António Fernando Boleto
dc.contributor.authorFonseca, Catarina Pires
dc.date.accessioned2013-02-27
dc.date.available2013-02-27
dc.date.issued2012
dc.descriptionMestrado em Psicologia do Desportopor
dc.description.abstractROBUSTEZ MENTAL: DA CONCEPTUALIZAÇÃO À PRÁTICA - O presente artigo tem como objetivo o estudo da robustez mental, pretendendo clarificar as suas definições e conceptualizações, e examinar ainda de que forma pode ser desenvolvido em desportistas. A robustez mental pode ser definida como um constructo multidimensional relacionado com performances e resultados de sucesso no desporto. Não obstante, não existe um consenso quanto à sua conceptualização, sendo comummente aceite como facilitadora de uma vantagem psicológica, que permite lidar melhor do que os adversários com várias exigências do desporto. A avaliação da robustez mental surge como um passo determinante para o seu estudo, sendo que a validação de instrumentos de avaliação deve ser uma preocupação dos investigadores para que este constructo seja passível de ser medido e desenvolvido por forma a melhorar a performance dos desportistas. ESTUDO DA VALIDADE DO QUESTIONÁRIO DE ROBUSTEZ MENTAL NO DESPORTO - O propósito deste estudo foi determinar se a versão portuguesa do Sports Mental Toughness Questionnaire (SMTQ) ou Questionário de Robustez Mental no Desporto (QRMD) é uma medida válida para avaliar a Robustez Mental, procurando: (1) estudar a sua validade interna, verificando as qualidades psicométricas da versão portuguesa da escala através da análise fatorial confirmatória (AFC); (2) estudar a sua validade externa, por referência à validade referida ao critério, determinando se as variações da robustez mental podem ser explicadas pelas variações de variáveis como a resiliência e a autoeficácia, que lhe estão, teoricamente, associadas, controlando o efeito de outras variáveis independentes também potencialmente associadas. Participaram 198 desportistas do género masculino (N=128) e feminino (N=70) com idades compreendidas entre os 13 e os 38 anos (M=22.07). No que diz respeito aos valores de validade interna, o ajustamento global do modelo resultante da AFC, a solução final, com 12 itens, apresentou um ajustamento globalmente adequado χ²(52) =86.7; p< .002; χ²/df = 1.66; CFI= .927, GFI= .937; RMSEA= .058. No entanto, alguns problemas de ajustamento local foram evidenciados. A validade referida ao critério apresenta, também, resultados que validam a escala em teste. A robustez mental pode ser predita pela resiliência e pela perceção de rendimento (autoeficácia), bem como pela idade e pelo género.por
dc.identifier.citationFonseca, Catarina (2012) - Estudo da validade do questionário de robustez mental no desporto. Dissertação de Mestrado. Universidade Técnica de Lisboa. Faculdade de Motricidade Humana.por
dc.identifier.urihttp://hdl.handle.net/10400.5/5232
dc.language.isoporpor
dc.subjectHardinesspor
dc.subjectAnálise fatorial confirmatóriapor
dc.subjectAutoeficáciapor
dc.subjectDesenvolvimentopor
dc.subjectQuestionário Robustez Mental no Desportopor
dc.subjectResiliênciapor
dc.subjectRobustez mentalpor
dc.titleEstudo da validade do questionário de robustez mental no desportopor
dc.typemaster thesis
dspace.entity.typePublication
rcaap.rightsopenAccesspor
rcaap.typemasterThesispor

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