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Publicação

Women, Drugs, Prison. Profile and pathways of women incarcerated in Italy and Portugal

dc.contributor.advisorAnalia Maria Cardoso Torres
dc.contributor.advisorEmma Plugge
dc.contributor.authorMontanari, Marialinda
dc.date.accessioned2025-08-08T09:08:15Z
dc.date.available2025-08-08T09:08:15Z
dc.date.issued2025-07-04
dc.descriptionTese especialmente elaborada para obtenção do grau de Doutor em Estudos de Géneropt_PT
dc.description.abstractBackground Women commit fewer and different crimes than men, often non-violent and drug-related. They make up around 5% of the European prison population, have a social marginal background and frequently experienced gender-based violence (GBV). Imprisonment impacts on their condition, especially becasue of the separation from children and reintegration. Aim This study examines profiles, risk factors, and life trajectories of incarcerated women with drug-related problems in four prisons in Italy and Portugal, using a gender lens and feminist criminology approaches. Method A mixed-methods approach was adopted: 309 structured questionnaires and 48 semi-structured interviews with women, nine with prison staff, were conducted. Quantitative data were analysed using SPSS (descriptive and multivariate cluster analyses), and thematic analysis was used to exmaione the qualitative information with MAXQDA. Findings were triangulated and supported by context observations. Results Participants were on average 42 years old, with low levels of education, from disadvantaged backgrounds, and most were mothers. Many were foreign nationals of the country where the prison was located or from ROMA community. A large proportion experienced GBV, often since childhood and repeated during the life course. Most were incarcerated for property or drug-related crimes. Drug use and mental health issues were prevalente across the sample, with many women reporting histories of trauma, self-harm, and suicide attempts. Imprisonment had a negative impact on most women, although for some represetned a potential positive turning point. Four types of women were identfied: (a) drug-connected, (b) vulnerable, (c) ROMA, and (d) imprisoned for violent crimes. Conclusions The study hilights the need to address the intersections of gender, drus, and prison, recognising a key role of gender, gender based violence, social vulnerability, and drug issue. Further research with a gender approach is needed to better understand the needs of incarcerated women.pt_PT
dc.description.abstractContexto As mulheres cometem menos e diferentes crimes em comparação com os homens: não violentos e relacionados com drogas. Representam cerca de 5% da população prisional Europeia, tem origem social marginal e experienciaram frequentemente violência baseada no género (GBV). A prisão tem forte impacto na condição das mulheres, sobretudo devido à separação dos filhos e reintegração. Objetivo Este estudo analisa perfis, fatores de risco e percursos de vida de mulheres reclusas com problemas relacionados com drogas em quatro prisões em Itália e Portugal, utilizando uma perspetiva de género e a criminologia feminista. Método Foi adotada uma metodologia mista: 309 questionários estruturados e 48 entrevistas semiestruturadas, nove com profissionais. Os dados quantitativos foram analisados com SPSS (análises descritivas e de clusters) e com MAXQDA para a análise temática. Os resultados foram triangulados e complementados com observações contextuais. Resultados As participantes tinham, em média, 42 anos, baixos níveis de escolaridade, origens socialmente desfavorecidas e a maioria era mãe. Muitas eram estrangeiras ou ROMA. Uma grande proporção experienciou GBV, frequentemente desde a infância e ao longo da vida. A maioria estava detida por crimes contra o património ou relacionados com drogas. O consumo de substâncias e os problemas de saúde mental eram muito prevalentes, com muitas mulheres com histórias de trauma, automutilação e tentativas de suicídio. A prisão tem um impacto negativo, embora para algumas mulheres represente uma oportunidade de mudança. Foram identificados quatro perfis de mulheres: (a) com consumo de drogas, (b) vulneráveis, (c) da comunidade ROMA, e (d) condenadas por crimes violentos. Conclusão O estudo destaca a necessidade de abordar as interseções entre género, drogas e prisão, reconhecendo o papel central de: género, GBV, vulnerabilidade social e problemas associados ao consumo de drogas. É necessário aprofundar a investigação com uma abordagem de género para compreender melhor as necessidades das mulheres reclusas.pt_PT
dc.description.versionN/Apt_PT
dc.identifier.tid101721374
dc.identifier.urihttp://hdl.handle.net/10400.5/102727
dc.language.isoengpt_PT
dc.subjectwomen;pt_PT
dc.subjectprison;pt_PT
dc.subjectdrugs;pt_PT
dc.subjectgender;pt_PT
dc.subjectItaly;pt_PT
dc.subjectPortugal;pt_PT
dc.subjectmulheres;pt_PT
dc.subjectprisão;pt_PT
dc.subjectdrogas;pt_PT
dc.subjectgénero;pt_PT
dc.subjectItália.pt_PT
dc.titleWomen, Drugs, Prison. Profile and pathways of women incarcerated in Italy and Portugalpt_PT
dc.title.alternativeMulheres, Droga, Prisão. Perfil e trajetórias de mulheres detidas em Itália e em Portugalpt_PT
dc.typedoctoral thesis
dspace.entity.typePublication
oaire.citation.conferencePlaceInstituto Superior de Ciências Sociais e Políticaspt_PT
rcaap.rightsrestrictedAccesspt_PT
rcaap.typedoctoralThesispt_PT

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