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Publicação

Caracterização, fenologia e caprificação da figueira cultivar Dauphine e captura em massa de mosco-do-figo

dc.contributor.advisorFigueiredo, Elisabete
dc.contributor.advisorSousa, Rui Maia de
dc.contributor.authorQueiroz, Telma Sofia Pereira
dc.date.accessioned2019-10-01T09:18:27Z
dc.date.available2019-10-01T09:18:27Z
dc.date.issued2019
dc.descriptionMestrado em Engenharia Agronómica - Instituto Superior de Agronomia / ULpt_PT
dc.description.abstractOs objetivos principais deste estudo foram: (1) caracterizar botanicamente e estudar a fenologia da cultivar Dauphine: (2) avaliar a eficácia de dois métodos de caprificação na cultivar Dauphine; (3) avaliar atrativos para captura em massa e avaliar a intensidade de ataque da mosca-do-figo (Silba adipata McAlpine) na cultivar Dauphine, comparando-o com a cultivar Burjassote Negra. Caracterizou-se a cultivar Dauphine, num figueiral em plena produção na região de Sesimbra, recorrendo ao protocolo de IPGRI e CIHEAM e estudou-se a sua fenologia ao longo do ano de 2018. Avaliou-se o impacto no vingamento, nesta cultivar, de dois processos de incremento de caprificação, (caprificação com sacos e caprificação com colares), com recurso a figos “de toque” que foram disponibilizados pela Direção Regional de Agricultura e Pescas do Algarve para produção de figos vindimos, e comparou-se o vingamento obtido para figos lampos e vindimos. Contudo, este processo foi realizado apenas durante duas semanas devido ao atraso da fenologia neste ano, o que levou à ausência de figos “de toque” provenientes das figueiras baforeiras. A caprificação com sacos mostrou ser mais prática apesar do vingamento obtido ter sido semelhante para ambas e muito baixa, cerca de 6%. A mosca-do-figo tinha sido uma praga de grande importância no ano de 2017, causando prejuízos para a produção de figos, não só na região de Sesimbra, mas também noutros locais do país como a região de Alcobaça. Nesse ano, as figueiras da cultivar Dauphine não foram muito atacadas pela praga no figueiral em estudo, ao contrário do que sucedeu com a cultivar Burjassote Negra que foi a mais atacada de todas as cultivares da exploração. Assim, foi realizada a captura em massa com diferentes iscos, em ambas as cultivares e avaliada a intensidade de ataque nos figos, em 2018. Não se registaram capturas em nenhuma das modalidades, mas foram registados ataques de mosca-do-figo. Tal como no ano de 2017, a cv. Burjassote Negra foi a mais atacada pela praga em 2018. Registaram-se ataques de mosca-do-mediterrâneo nos frutos e foram capturados indivíduos desta espécie nas armadilhas de captura em massapt_PT
dc.description.versionN/Apt_PT
dc.identifier.citationQueiroz, T.S.P. - Caracterização, fenologia e caprificação da figueira cultivar Dauphine e captura em massa de mosco-do-figo. Lisboa: ISA, 2019, 118 p.pt_PT
dc.identifier.tid203096282
dc.identifier.urihttp://hdl.handle.net/10400.5/18391
dc.language.isoporpt_PT
dc.publisherISA/ULpt_PT
dc.subjectBlastophaga psenespt_PT
dc.subjectfenologiapt_PT
dc.subjectSilba adipatapt_PT
dc.subjectvingamentopt_PT
dc.subjectfigueirapt_PT
dc.titleCaracterização, fenologia e caprificação da figueira cultivar Dauphine e captura em massa de mosco-do-figopt_PT
dc.typemaster thesis
dspace.entity.typePublication
rcaap.rightsopenAccesspt_PT
rcaap.typemasterThesispt_PT

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