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Autores
Orientador(es)
Resumo(s)
No presente ensaio pretendemos analisar a principal produção académica relativa à formação da identidade cultural do Tibete e de que modo, mais recentemente, esta se tem assumido como reivindicação nacional. Consideramos, à partida, que tal afirmação de identidade cultural tibetana deve ser compreendida em relação ao desenvolvimento dos impérios chinês e mongol, entre outros intervenientes, mais esporádicos, na evolução política e cultural das sociedades da Ásia Central. Em termos cronológicos, não propomos balizas estanques, abordamos a «questão do Tibete» – para utilizar a expressão de Tom Grunfeld – na perspetiva da longa duração, isto é da formação do Império tibetano nos séculos VII e VIII à recente incorporação do território na República Popular da China, no século XX. Não adotamos qualquer posição dogmática no debate historiográfico acerca das relações históricas entre o Tibete e a China, nas suas mais variadas formulações enquanto entidades políticas. Aliás, pretendemos dar conta desse debate, apresentando as duas perspetivas em confronto.
Descrição
Palavras-chave
Tibete Ensaio bibliográfico Identidade cultural Impérios
Contexto Educativo
Citação
José Raimundo Noras, « O Tibete entre impérios: formação e sobrevivência de uma identidade cultural. Ensaio bibliográfico », Ler História, 69 | 2016, 125-137.
Editora
ISCTE-IUL
