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Sobre o sindicalismo : Antologia de textos de Marx e Engels
| dc.contributor.author | Marx, Karl | |
| dc.contributor.author | Engels, Friedreich | |
| dc.date.accessioned | 2024-11-25T17:10:58Z | |
| dc.date.available | 2024-11-25T17:10:58Z | |
| dc.date.issued | 1974 | |
| dc.description.abstract | A revolta dos operários começou assim que a indústria se desenvolveu, e passou por diversas fases. A primeira - a mais brutal e estéril - foi o crime. Vivendo na miséria, o operário via que outros tinham melhor sorte do que ele. sabe-se que a criminalidade aumentou com o desenvolvimento da indústria. Os operários enquamto classe só começaram a opor-se à burguesia quando resistiram pela força à introdução das máquinas, como foi o caso a partir do nascimento da indústria. Nesta obra,na fase embrionária da industrialização, a palavra de ordem consistia no seguinte: um salário diário justo por um dia de trabalho justo. Os autores chegaram à conclusão que, nas condições sociais actuais, o mais justo salário diário equivale necessariamente à mais injusta distribuição do produto do operário, indo a maior parte para as algibeiras do capitalista, enquanto o operário só recebe o que lhe permite continuar em estado de pobreza. Esta é uma lei da economia política, quer dizer, uma lei da organização económica da sociedade actual, que é mais forte do que todo o direito consuetudinário ou escrito juntos de Inglaterra, incluindo o Sistema Tribunal de Justiça. Neste contexto, a luta dos sindicatos não vai contra a lei do salário; antes pelo contrário, não faz mais do que aplicá-la. sem a arma sindical de resistência, o operário não receberia sequer o que lhe é devido segundo o estatuto do assalariado. por conseguinte, a degradação económica da classe operária não é devida ao nível, baixo ou alto dos salários, mas ao facto de que, em vez de receber o produto integral do seu trabalho, a classe operária deve satisfazer-se com uma fracção do seu produto, aquela a que se chama salário. Com efeito, sendo o capitalista o proprietário dos instrumentos dos meios de trabalho, embolsa todo o produto e é com ele que depois paga ao operário.. | pt_PT |
| dc.description.version | info:eu-repo/semantics/publishedVersion | pt_PT |
| dc.identifier.citation | Marx, Karl e Friedrich Engels .(1974). “Sobre o sindicalismo : Antologia de textos de Marx e Engels”. Compilação de Texto de Carlos Bastien, Tradução do Francês João Manuel. Pontos de Vista, Iniciativas Editoriais. 1974. | pt_PT |
| dc.identifier.uri | http://hdl.handle.net/10400.5/95625 | |
| dc.language.iso | por | pt_PT |
| dc.publisher | Iniciativas Editoriais | pt_PT |
| dc.subject | História económica e social | pt_PT |
| dc.subject | Revolução industrial | pt_PT |
| dc.subject | Sociedade industrial | pt_PT |
| dc.subject | Capitalismo | pt_PT |
| dc.subject | Assalariados | pt_PT |
| dc.subject | Pobreza | pt_PT |
| dc.subject | Sindicalismo | pt_PT |
| dc.subject | Justiça Social | pt_PT |
| dc.subject | Melhores salários | pt_PT |
| dc.subject | Reino Unido | pt_PT |
| dc.title | Sobre o sindicalismo : Antologia de textos de Marx e Engels | pt_PT |
| dc.title.alternative | Selecção de textos de Carlos Bastien | pt_PT |
| dc.type | periodical | |
| dspace.entity.type | Publication | |
| rcaap.rights | openAccess | pt_PT |
| rcaap.type | contributionToPeriodical | pt_PT |
