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A sublime beleza do eterno perecível

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Recensão crítica ao espectáculo Título: O retrato de Dorian Gray. Autor: Oscar Wilde. Tradução: Margarida Vale de Gato. Dramaturgia e encenação: Bruno Bravo. Música: Sérgio Delgado. Cenário e figurinos: Stéphane Alberto. Interpretação: António Mortágua, Carolina Salles, Paulo Pinto, Ricardo Neves-Neves e Sandra Faleiro. Participação especial: Eduardo Molina, Francisco Sousa, Ivone Fernandes, Joana Campelo, Lia Carvalho, Madalena Flores, Mário Mendes, Sandra Pereira, Thomas Mendonça e Victor M. Gonçalves. Desenho de luz: Roger Madureira. Apoio vocal: Joana Campelo. Fotografias e vídeos: Promocionais Eduardo Breda. Execução dos figurinos: Sandra Ferreira. Direcção de produção: Paula Fernandes. Co-produção: Primeiros Sintomas / ZdB. Local e data de estreia: Negócio/ZDB, Lisboa, 23 de Abril de 2014 [estreia da primeira parte: Ribeira, Lisboa,18 de Setembro de 2013; versão integral posteriormente apresentada no Teatro Municipal Joaquim Benite, Almada, 16 e 17 de Maio de 2014].

Descrição

Palavras-chave

Crítica de teatro Wilde, Oscar. O retrato de Dorian Gray Primeiros sintomas Dramaturgia contemporânea

Contexto Educativo

Citação

Fadda, Sebastiana, «A sublime beleza do eterno perecível», Sinais de cena, Vila Nova de Famalicão, Húmus, I, n.° 21, junho de 2014, pp. 94-97.

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