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Autores
Orientador(es)
Resumo(s)
Debruçado em torno da figura ecléctica de Américo Rodrigues, este artigo vai desfiando a sua heterogeneidade para aprofundar a sua obra poética sonora, onde a predisposição para uma representação de estados de loucura e transe é essencial no seu percurso de poeta sonoro. Partindo de uma experiência formativa com Catherine Dasté, deu seguimento a uma carreira de palco, internacional e extensa, tendo a cidade da Guarda como ponto de origem. A expressão humana extrema, do desespera, sofrimento, loucura, alienação, fúria, alucinação, delírio, demência e desvario, são elementos que vai trabalhar meticulosamente para depois as destilar perante o público. No seu processo de trabalho vai desenvolver um conjunto de notações para a performance que merecem uma análise fonética, gráfica, cuidada e em pormenor.
Descrição
Palavras-chave
Loucura Performance Fonética Poesia Notação
Contexto Educativo
Citação
In: Convocarte, nº10 (set. 2020): Arte e loucura, p. 272-288
Editora
Centro de Investigação e Estudos em Belas-Artes, Faculdade de Belas-Artes da Universidade de Lisboa
