Logo do repositório
 
Publicação

Produção de moluscos bivalves e fatores de risco associados

dc.contributor.advisorAfonso, Fernando
dc.contributor.advisorRuano, Francisco
dc.contributor.authorPires, Daniel Silveira
dc.date.accessioned2019-05-20T14:39:57Z
dc.date.available2019-05-20T14:39:57Z
dc.date.issued2018
dc.descriptionMestrado em Engenharia Agronómica - Produção Animal - Instituto Superior de Agronomia / Faculdade de Medicina Veterináriapt_PT
dc.description.abstractA cultura de moluscos bivalves (moluscicultura) é uma atividade com elevada expressão na aquacultura portuguesa, representando 55% da produção total e a produção de amêijoas representa cerca de 24% do total produzido. A amêijoa-boa, Ruditapes decussatus, é a espécie de maior importância económica, mas, nos últimos anos, a sua produção diminuiu associada a diversos fatores, como a sobre-exploração e doenças como a Perkinsiose. Para enfrentar a diminuição de R. decussatus, esta foi substituída pela amêijoa-japonesa, Ruditapes philippinarum, que aparentava ter maior resistência a doenças e maiores taxas de crescimento. Apesar da rápida expansão desta espécie em águas portuguesas, a amêijoa nativa continua a ser comercialmente mais importante e apreciada do que a amêijoa-japonesa pela sua qualidade. O objetivo deste estudo foi avaliar os métodos de diagnóstico da Perkinsiose em duas espécies de amêijoas de locais distintos. Utilizaram-se como métodos o teste RFTM (teste referência) e a histopatologia (método complementar). As amostras foram coletadas em Outubro de 2017 e Abril de 2018 em 6 locais diferentes, com n=50 para cada local (exceto no Estuário do Tejo (2017) com n=47) correspondendo a um total de 297 espécimes examinados. Os resultados mostraram que a amêijoa-boa tinha maior prevalência da doença, principalmente a produzida em Olhão. A amêijoa-japonesa também teve casos positivos, embora com menor nível de infeção. Este estudo sugeriu que para diagnosticar a Perkinsiose, o teste RFTM é eficaz, menos dispendioso e mais rápido. Mas deve ser complementado por análises histopatológicas especialmente em animais com baixa infeção. Tendo em conta as condições ambientais nos diferentes locais, é notório que o stress ambiental causado por altas salinidades e temperaturas da água, a baixa concentração de oxigénio nos sedimentos, altas densidades e stress fisiológico devido à época de desova contribuem para aumentar a prevalência e propagação da doençapt_PT
dc.description.versionN/Apt_PT
dc.identifier.citationPires, D.S. - Produção de moluscos bivalves e fatores de risco associados. Lisboa: ISA, 2018, 69 p.pt_PT
dc.identifier.tid203085124
dc.identifier.urihttp://hdl.handle.net/10400.5/17883
dc.language.isoporpt_PT
dc.publisherISA/ULpt_PT
dc.subjectmolusciculturapt_PT
dc.subjectRuditapes decussatuspt_PT
dc.subjectRuditapes philippinarumpt_PT
dc.subjectPerkinsiosept_PT
dc.subjectdiagnósticopt_PT
dc.titleProdução de moluscos bivalves e fatores de risco associadospt_PT
dc.typemaster thesis
dspace.entity.typePublication
rcaap.rightsopenAccesspt_PT
rcaap.typemasterThesispt_PT

Ficheiros

Principais
A mostrar 1 - 1 de 1
A carregar...
Miniatura
Nome:
Produção de moluscos bivalves e fatores de risco associados..pdf
Tamanho:
2.68 MB
Formato:
Adobe Portable Document Format
Licença
A mostrar 1 - 1 de 1
Miniatura indisponível
Nome:
license.txt
Tamanho:
1.71 KB
Formato:
Item-specific license agreed upon to submission
Descrição: