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Orientador(es)
Resumo(s)
Passados quarenta anos sobre a publicação do polémico artigo, em que Modigliani e Miller (1958) demonstraram não existir uma estrutura óptima para os capitais das empresas, defendendo assim que o valor de mercado e custo de capital destas eram independentes da sua estrutura de financiamento, a controvérsia em torno destas considerações subsiste.
Depois destes autores, rnuitos outros estudaram o assunto, desenvolvendo urn conjunto diverso de teorias sobre a estrutura de capitais, nas quais integraram vários conceitos (de que são exemplo os custos de agência e a informação assimétrica) na explicação do cornportamento das empresas no que respeita a escolha da sua estrutura de financiamento.
Nao obstante estarem ou não de acordo com a existência de uma estrutura óptima de financiamento das empresas, actualmente existem três grandes correntes que procuram explicar a escolha da estrutura de capitais: o compromisso entre protecção fiscal - custos de falência («Static Trade-Off Theory»); a hierarquia de preferências nas fontes de financiamento («Pecking Order Theory»); e a «Teoria Organizacional». De uma forma geral, estas teorias aceitam que a estrutura de capitais das empresas e relevante quer para o seu valor de mercado, quer para o seu custo de capital. Para além disto são unânimes em admitir que existe urn conjunto de factores susceptíveis de influenciar a escolha daquela estrutura de financiamento.
Assim, pretendemos com este artigo, fundamentalmente, fazer uma apresentação crítica, discutindo a evolução das teorias sobre a estrutura de capitais, desde Modigliani e Miller (1958) até aos nossos dias.
Descrição
Palavras-chave
Estrutura de capitais teorias evolução
Contexto Educativo
Citação
Jorge, Susana Margarida Faustino e Manuel José da Rocha Armada (2000). "Uma revisão das teorias sobre a estrutura de capitais das empresas". Estudos de Gestão, V(1):23-42
