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«Estética Frankenstein»: um método prático-teórico para a projeção de futuros

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O presente artigo parte de uma investigação em artes sobre o espectáculo Não Kahlo para evocar o lugar da Estética Frankenstein enquanto lugar por excelência da incorporação de imagens, questionando e compreendendo os conceitos de contemporaneidade, hibridismo e micro-história da arte; bem como a teoria do pós-Modernismo e o advento do «fim da arte» através do seu cruzamento com a teoria da imagem na acepção de Jean Pierre Vernant. Resgatam-se os conceitos de matéria- fantasma» e «cripto-história da arte» para reivindicar uma arte que não se limita a criar numa relação passado-presente, mas projeta futuros através da criação. Partindo do objeto artístico Não Kahlo, assente na «técnica de Lecter» e numa canibalização da linguagem cinematográfica, defende-se que o hibridismo artístico poderá estar na frente de uma reorientação histórica da vanguarda.

Descrição

Palavras-chave

Performance Pós-modernidade Fim da história Micro-história da arte Matérias-fantasma Estética Frankenstein

Contexto Educativo

Citação

In: Convocarte, nº8 (set. 2019): Arte e Tempo, p. 152-179

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Centro de Investigação e Estudos em Belas-Artes, Faculdade de Belas-Artes da Universidade de Lisboa

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