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Projeto de investigação
TECNOLOGIA E ESTADO NOVO:OS CIMENTOS E A MATERIALIZAÇÃO DO CORPORATIVISMO PORTUGUÊS 1926-1948
Financiador
Autores
Publicações
Cimento e corporativismo no Estado Novo
Publication . Bolas, Isabel
Este capítulo inscreve-se no campo dos estudos sobre tecnologia e autoritaritarismo, mais concretamente na dimensão tecnológica do corporativismo português. A introdução em 1923 de fornos rotativos para produção
de cimento Portland artificial na Fábrica de Maceira-Liz - a primeira a
adoptar este tipo de fornos e as tecnologias que a distinguiram no panorama
português - constituem um objecto histórico importante para compreender
como, de facto, se construiu grande parte do Estado Novo.
A produção de cimento com controlo laboratorial de qualidade implicou
o estabelecimento de uma complexa rede de contactos a partir do
laboratório da fábrica. A sua contextualização em rede permite compreender
o significado mais vasto da implementação desta nova tecnologia.
Unidades organizacionais
Descrição
Palavras-chave
Contribuidores
Financiadores
Entidade financiadora
Fundação para a Ciência e a Tecnologia
Programa de financiamento
OE
Número da atribuição
SFRH/BD/90060/2012
