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- Propagação vegetativa do diospiro: estacaria e cultura de tecidos in vitroPublication . Quadrado, Mariana Lobo Borralho; Mota, Mariana GomesO diospireiro (Diospyros kaki L.) pertence à família Ebenaceae e é uma espécie originária da China. Existem dois tipos de diospiro – o diospiro mole com casca avermelhada, e o diospiro de roer com casca mais clara, ambos a serem recentemente mais procurados pelos consumidores. O diospireiro é de difícil propagação e os frutos das variedades cultivadas apresentam poucas sementes, sendo este fator bastante limitante dos níveis de disseminação e de produção desta cultura. Assim, e dado o contexto atual de maior procura, é necessário desenvolver métodos de propagação eficientes e alternativos à propagação seminal, de modo a aumentar a eficiência de propagação desta espécie. Neste seguimento surge o interesse de otimizar os métodos de propagação vegetativa. Neste estudo abordaram-se a propagação in vivo por estacas lenhosas e a propagação por cultura de tecidos in vitro num genótipo de diospiro mole, recorrendo a gomos dormentes. Nos ensaios de estacas testou-se o efeito do ácido 3-indolbutírico (IBA) como regulador de crescimento a 3000 e a 6000 mg/L para o enraizamento e diferentes tempos de imersão na solução de IBA (5 a 20 segundos). Nos ensaios de micropropagação, testaram-se vários protocolos de desinfeção e duas citocininas no meio de instalação e multiplicação, a benziladenina e a zeatina. Testou-se também o efeito do IBA como indutor do enraizamento in vitro. Os resultados obtidos nos ensaios de estacas revelaram que o protocolo testado não foi eficaz, não se tendo conseguido qualquer estaca enraizada. Os ensaios de micropropagação apontaram para que a desinfeção com NaDCC, mancozebe e Tween 20 foi mais eficaz, permitindo percentagens de gomos sem contaminações superiores a 60%, e que o meio com zeatina foi mais eficaz no crescimento e multiplicação dos gomos e rebentos instalados, permitindo uma taxa de multiplicação de 80-100% em cerca de 45-60 dias.
- An HIV-1/HIV-2 Chimeric Envelope Glycoprotein Generates Binding and Neutralising Antibodies against HIV-1 and HIV-2 IsolatesPublication . Taveira, Nuno; Figueiredo, Inês; Calado, Rita; Martin, Francisco; Bártolo, Inês; Marcelino, José M.; Borrego, Pedro; Cardoso, Fernando M H; Barroso, HelenaThe development of immunogens that elicit broadly reactive neutralising antibodies (bNAbs) is the highest priority for an HIV vaccine. We have shown that a prime-boost vaccination strategy with vaccinia virus expressing the envelope glycoprotein gp120 of HIV-2 and a polypeptide comprising the envelope regions C2, V3 and C3 elicits bNAbs against HIV-2. We hypothesised that a chimeric envelope gp120 containing the C2, V3 and C3 regions of HIV-2 and the remaining parts of HIV-1 would elicit a neutralising response against HIV-1 and HIV-2. This chimeric envelope was synthesised and expressed in vaccinia virus. Balb/c mice primed with the recombinant vaccinia virus and boosted with an HIV-2 C2V3C3 polypeptide or monomeric gp120 from a CRF01_AG HIV-1 isolate produced antibodies that neutralised >60% (serum dilution 1:40) of a primary HIV-2 isolate. Four out of nine mice also produced antibodies that neutralised at least one HIV-1 isolate. Neutralising epitope specificity was assessed using a panel of HIV-1 TRO.11 pseudoviruses with key neutralising epitopes disrupted by alanine substitution (N160A in V2; N278A in the CD4 binding site region; N332A in the high mannose patch). The neutralisation of the mutant pseudoviruses was reduced or abolished in one mouse, suggesting that neutralising antibodies target the three major neutralising epitopes in the HIV-1 envelope gp120. These results provide proof of concept for chimeric HIV-1/HIV-2 envelope glycoproteins as vaccine immunogens that can direct the antibody response against neutralising epitopes in the HIV-1 and HIV-2 surface glycoproteins.
- An HIV-1/HIV-2 Chimeric Envelope Glycoprotein Generates Binding and Neutralising Antibodies against HIV-1 and HIV-2 IsolatesPublication . Taveira, Nuno; Figueiredo, Inês; Calado, Rita; Martin, Francisco; Bártolo, Inês; Marcelino, José Maria; Borrego, Pedro; Cardoso, Fernando M H; Barroso, HelenaThe development of immunogens that elicit broadly reactive neutralising antibodies (bNAbs) is the highest priority for an HIV vaccine. We have shown that a prime-boost vaccination strategy with vaccinia virus expressing the envelope glycoprotein gp120 of HIV-2 and a polypeptide comprising the envelope regions C2, V3 and C3 elicits bNAbs against HIV-2. We hypothesised that a chimeric envelope gp120 containing the C2, V3 and C3 regions of HIV-2 and the remaining parts of HIV-1 would elicit a neutralising response against HIV-1 and HIV-2. This chimeric envelope was synthesised and expressed in vaccinia virus. Balb/c mice primed with the recombinant vaccinia virus and boosted with an HIV-2 C2V3C3 polypeptide or monomeric gp120 from a CRF01_AG HIV-1 isolate produced antibodies that neutralised >60% (serum dilution 1:40) of a primary HIV-2 isolate. Four out of nine mice also produced antibodies that neutralised at least one HIV-1 isolate. Neutralising epitope specificity was assessed using a panel of HIV-1 TRO.11 pseudoviruses with key neutralising epitopes disrupted by alanine substitution (N160A in V2; N278A in the CD4 binding site region; N332A in the high mannose patch). The neutralisation of the mutant pseudoviruses was reduced or abolished in one mouse, suggesting that neutralising antibodies target the three major neutralising epitopes in the HIV-1 envelope gp120. These results provide proof of concept for chimeric HIV-1/HIV-2 envelope glycoproteins as vaccine immunogens that can direct the antibody response against neutralising epitopes in the HIV-1 and HIV-2 surface glycoproteins.
- Nascer escravo, morrer livre : contributo para uma história social da Lusitânia romanaPublication . Teixeira, Sílvia Monteiro; Guerra, Amílcar Manuel RibeiroNão obstante a visão dos escravos e libertos como determinantes para o desenvolvimento económico, administrativo e sociocultural das províncias do mundo romano, as realidades servis da Lusitânia carecem de um estudo de fundo que assente na compilação das fontes utilizadas num só repositório e na análise das mesmas sob um leque diversificado de tópicos, procurando fornecer uma visão tão abrangente quanto possível deste fenómeno. Como tal, este trabalho pretende contribuir para a construção da história social desta província, através da análise da epigrafia relativa ao meio servil, que complementa as informações trazidas pelo registo arqueológico e literatura clássica. A dispersão das inscrições e as problemáticas inerentes à identificação de escravos e libertos nas mesmas motivaram a criação do repositório no qual se baseia este trabalho, ao qual procurámos aplicar o maior rigor possível nos critérios de inclusão (e exclusão), com vista à obtenção de uma amostra epigráfica que, embora modesta, constitua um reflexo tão fidedigno quanto possível das realidades servis da Lusitânia romana. Os dados trazidos por estas epígrafes permitem-nos um conhecimento mais aprofundado das percepções e comportamentos das comunidades lusitano-romanas, em particular no que diz respeito à importância dos escravos e libertos no contexto da civilização romana fora da península itálica. Neste sentido, procurámos avaliar a aplicabilidade de determinadas ideias e conceitos perpetuados na literatura destas temáticas ao contexto específico da Lusitânia romana, processo no decurso do qual surgiram também novas questões para o futuro, cuja resposta dependerá do avanço da ciência epigráfica, particularmente no que respeita à datação das inscrições. De todas as formas, não obstante os entraves levantados pelas limitações da epigrafia enquanto fonte informativa e pelos próprios constrangimentos inerentes ao estatuto sociojurídico de escravos e libertos, podemos entender estas realidades sociais como essenciais à compreensão das transformações culturais induzidas pelo processo de romanização na Lusitânia.
