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- Design gráfico e o livro infantilPublication . Soromenho, Constança Bairrão Ruivo; Neves, MarcoNo âmbito da edição para a infância, o desafio de estimular o entretenimento dos mais novos torna-se mais complexo à medida que os meios digitais estão cada vez mais presentes nas suas vidas. O principal objectivo desta dissertação é criar um livro impresso, para crianças dos 7 aos 9 anos, com actividades, jogos e brincadeiras que possa constituir uma alternativa às tecnologias digitais e renovar o interesse dos mais novos pelo livro e a leitura. O recurso à interactividade e participação no livro pretendeu criar uma maior dinâmica do utilizador com o livro-objecto, tentando proporcionar momentos de entretenimento para os mais novos e assim estimular a sua criatividade e imaginação. Muitas das brincadeiras propostas incentivam a partilha e interacção social necessária e própria ao desenvolvimento infantil. Uma análise sobre o livro infantil e sobre a criança permitiu situar no tempo noções como a da infância, assim como estratégias de entretenimento empreendidas ao longo do tempo, mas também definir uma faixa etária e conhecer melhor as suas características específicas. Foi ainda efectuada a avaliação de alguns exemplos de publicações infantis de tema semelhante e uma investigação activa que passou por testes de eficácia realizados junto a um grupo de amostra. Todos estes foram passos fundamentais que tornaram possível a criação de um projecto de livro humorístico e lúdico que comunique adequadamente com a faixa etária definida. Pretendemos que este projecto a relação entre interactividade e participação e a ilustração para a infância, melhore a relação e o envolvimento da criança com o livro e contribua com conhecimento para a área de design editorial infantil.
- Equipamentos promotores de socialização aplicados na requalificação de áreas urbanas de génese ilegal. Requalificação da AUGI da Quinta da ArrojaPublication . Mota, Pedro Luís Deodato Ribeiro; Rodrigues, Pedro Jorge Dias Pimenta
- Design de embalagens de bens alimentares para o desenvolvimento sustentávelPublication . Delfino, Regina Aparecida; Paschoarelli, Luis Carlos
- Segunda circular: entre limite a interface. O espaço público como suporte de coesão urbana.Publication . Ferreira, Inês Gil de Almeida; George, Pedro Conceição Silva
- MalasPublication . Ribeiros, Brigida Isabel Gonçalves; Couto, Ana Cristina Bolota Valéria
- Desenhar a casaPublication . Fernandes, Maria Margarida Coelho; Rodrigues, Pedro Jorge Dias PimentaDesde que o Homem precisou de se proteger contra os elementos naturais adversos que surgiu a necessidade de criar uma estrutura que fosse capaz de o abrigar – esta foi a primeira forma de casa, dado que supria apenas essa necessidade. Ora, essa função é ultrapassada quando essa estrutura artificial, no meio da natureza, começa a ser personalizada por quem a utiliza, sendo nesse momento que surge a CASA. Desde cedo que ela é factor de estabilidade e segurança, sendo por isso factor fulcral na identificação do Homem como pessoa. Assim sendo, se o Arquitecto for capaz de compreender a importância que este elemento tem para a vida de cada um, ser-lhe-á possível proceder ao desenho de projecto de uma forma mais consciente, de modo a que o utilizador final se identifique com ela e a passe a reconhecer como sua. O acto de DESENHAR A CASA, que toma em consideração os seus moradores e percebe o que é realmente necessário que nela exista para que o sentimento de apropriação e pertença se desenvolva, torna-se ainda mais importante quando se trata de uma situação de realojamento social, tendo em conta que acabará inevitavelmente por ter que haver uma mudança de lugar íntimo – a CASA. No Bairro do Barruncho é imperativa a necessidade de uma solução arquitectónica de habitação que solucione a situação de precariedade infraestrutural. Assim sendo, foi criada e desenvolvida uma relação próxima com os moradores, de modo a que estes identificassem as fragilidades – que devem ser corrigidas – e as potencialidades – que serão utilizadas como ponto de partida para uma integração social dos mesmos na sociedade – do próprio Bairro. Deste modo DESENHAR DA CASA acaba por implicar alguma reestruturação do Bairro, porque ele por si só é a CASA dos seus moradores.
- Caixa dos estímulos para o ensino pré-escolarPublication . Santos, Inês da Silva; Kong, Mário Say MingAinda existem países no mundo em que as condições de saúde e educação são bastante precárias. Angola, Moçambique e Guiné-Bissau são três exemplos reais onde ainda hoje se veri¬fica esta situação. A oportunidade de ter participado numa missão de voluntariado a um destes países, levou-me à cons-tatação desta realidade e despertou em mim a vontade de ajudar. Deu-me a motivação necessária para ter a certeza que este seria o rumo para o meu projecto. Na Guiné-Bissau a educação e a aprendizagem é deficiente,muitas vezes pela falta de formação do professor e a faltade capacidade destes motivarem os seus educandos. Um exemplo desta precariedade, é a quantidade mínima de alu¬nos que concluí o ensino primário, correspondente ao quarto ano, sem sequer saber ler. Ficam limitados à sequência do abecedário, sem aprenderem a conjugar as letras. A falta de incentivo ao desenvolvimento destas crianças, a capacidade de associação de ideias e estímulos visuais, são uma consequência das condições estruturais existentes e da falta de material escolar e didáctico, que auxilia os alunos e os professores. Sendo a educação e a formação um investimento num futuro melhor, porque não contribuir com um pequeno incentivo? Um conjunto de actividades didácticas poderá auxiliar os alunos nesse percurso, como também, permitir que os professores te-nham mais uma ferramenta para melhorar o seu processo de ensino-aprendizagem. Assim sendo, o objectivo da investigação será criar basessuficientes para o desenvolvimento dessas actividades a nível de pré-escolar, adequado à realidade do país e de acordo com as necessidades educativas dos alu¬nos, elevando o nível de sucesso das mesmas. Como tal, pretende-se aplicar o programa nacional escolar leccio¬nado em Portugal, uma vez que é o que temos como refe-rência e sendo o Postugûes a língua comum, e adapta--lo a uma cultura diferente, onde as condições e os níveis de escolaridade são bastante mais reduzidas face à nossa reali¬dade. O maior desafio foi a conjugação de matérias do programa do pré-escolar, chamados blocos lógicos (como formas geo-métricas, números e letras), em suportes e linguagens iden¬tificáveis por crianças com características e níveis de aprendi¬zagem diferentes. A aplicação das mesmas ao público-alvo descrito em cima, permitiu não só perceber as suas reacções imediatas, bem como, identificou o grau de dificuldade das mesmas, podendoadaptar os objectos à sua realidade, garantindo assim um melhor aproveitamento do jogo.
- Design para a inteligibilidade e fruição do património intangívelPublication . Costa, Maria Luísa Abreu da; Gomes, Maria Marques Calado de Albuquerque
- Temporal arrows in space-timePublication . Weinert, Friedel
- Nota de abertura: Husserl e a declinação da Europa como filosofiaPublication . Nabais, Nuno
