Silva, Ana Luisa Valdeira da2013-03-062013-03-062011Cine Qua Non, nº 4, 2011, p. 7-101647-4198http://hdl.handle.net/10451/7907Condenamos o gás pimenta, a ditadura e a mordaça. Queremos dizer e queremos que os outros digam. Mas queremos sobretudo que todos possam ter a escolha de dizer. Que o escrevam ou que o falem. Ou mesmo que o gritem. Mas nunca se calem! A Cine Qua Non resiste à opressão, às doutrinas castradoras e às vontades imperiosas. É essa resistência que, num impulso vigoroso, nos democratiza e liberta. A arte nasce obrigatoriamente da liberdade, instalando-se nos ímpetos mais independentes. Tem o poder do confronto, tem a força do manifesto.otherO desassossego [Editorial]journal article