Queiroz, JoãoBarbosa, Ana MaePereira, Maria Dilar da ConceiçãoMartins, Pollyanna MottaMarcellán Baraze, IdoiaSilva, Mônica Sueli Caetano daSouza, Marise Berta deBrasil, José Umbelino de Sousa PinheiroOliveira, Luciano Carmo deFrade, MartaCabeleira, HelenaAraújo, Jorge Miguel Rodrigues PinheiroDiniz, FranciscoRamos, Maria ConceiçãoCharréu, L.Argôlo, InêsRé, SofiaGil, CarlaFonseca Da Silva, Maria Cristina Da RosaDurante, AdrianaGuimarães, Alexandre Henrique MonteiroOliveira, Miriam Fernandes PestanaCosta, Thérèse Hofmann Gatti Rodrigues daCastro, Rosana Andrea Costa deJesus, Pedro Miguel Teixeira deSantos, Pedro Miguel Carvalho Duarte dosVilela, Teresinha Maria de CastroVictorio Filho, Aldo2022-01-212022-01-2120152182-97562182-9829http://hdl.handle.net/10451/50907Sobre a Matéria-Prima, há novidades e perigos. O tempo vivido na Europa e no contexto global tem vindo a acentuar a urgência das prioridades quantificadas, com um discurso dominante onde há menos política (pessoas) e mais representação económica (coisas). O correlato entre pessoas e coisas é, como sabemos, o dinheiro, ou trabalho reificado. A crise europeia, em torno da dívida soberana e dos maiores orçamentos do mundo, da capacidade da sua gestão na linguagem dura dos mercados e das taxas de juro veio modificar os objetivos imediatos da Europa, que em 2000 eram ambiciosos — “a sociedade mais competitiva do mundo em 2010” — para uma estratégia de emergência, agora chamada horizonte 2020. Este é o panorama ideal para colocar o ensino artístico em risco. Os fóruns internacionais passaram a valorizar os resultados da educação em rankings e sondagens de aproveitamento, cuja principal estratégia e preocupação é a mensurabilidade e comparabilidade, como são exemplo os relatórios PISA: avaliam-se em todos os países, as competências em Ciências, Matemática e Língua Materna. A matéria-prima de amanhã corre riscos de desaparecer gradualmente, pelos cortes de carga horária, pela concepção extracurricular da educação artística, pela sua perceção menorizada em função das concepções competitivas da sociedade contemporânea globalizada.porArteEstudo e EnsinoPeriódicosMatéria-Prima, vol.3, nº1 (Jan./Jun. 2015)Práticas artísticas no ensino básico e secundárioother