Rodrigues, Ana Maria S. A.Mendes, Ana Cristinni Rabelo Costa Esteves2016-07-132016-07-132016-04-212015-09-30http://hdl.handle.net/10451/24322Falar sobre religião nos dias de hoje não é uma tarefa fácil. Além da subjectividade e abrangência do tema, existe um certo nível de sensibilidade a ser alcançado. A melhor estratégia seguida, por norma, seria contextualizar histórica e culturalmente o tema escolhido e o analisar de forma objectiva – o que, até este ponto, não parece diferente de outros estudos. No entanto, em se tratando de religião, devemos utilizar sempre uma certa sensibilidade interior para entender o impacto que a mesma possui na mentalidade social a que se insere. Em outras palavras, devemos fazer um estudo objectivo do tema sem deixar de lado o teor subjetivo inerente a ele. É justamente em atingir esse perfeito equilíbrio entre a objectividade própria de um estudo científico e a subjectividade inerente ao estudo da religião que reside a maior dificuldade. Para chegar a este equilíbrio é imprescindível que façamos um apanhado de estudos não só históricos e culturais, mas que também focalizem o pensamento estrutural, ou seja, aquele em que se baseia o comportamento socio-cultural e religioso de uma determinada sociedade em um determinado momento de sua história.porMorte - Portugal - Idade Média - Aspectos religiososMorte - Portugal - Idade Média - Aspectos sociaisMorte - Portugal - Idade Média - FontesPortugal - História - séc.15 - FontesTeses de mestrado - 2016Morte na Idade Média: a visão dos cronistas oficiais portugueses do século XVmaster thesis201155702