Silva, Maria AlbertinaCésar, Margarida2012-06-042012-06-042005Revista Electrónica de Enseñanza de las Ciencias, número extra1579-1513http://hdl.handle.net/10451/6413Discute-se o papel das adaptações curriculares que permitem a alunos cegos usarem outros sentidos (audição, olfacto) para puderem participar nas actividades experimentais desenvolvidas em aulas de Físico-Química, do 3.º ciclo do ensino básico. Assumindo uma abordagem interpretativa e um design de estudo de caso, os participantes são alunos de duas turmas do 8.º ano de escolaridade e a respectiva professora desta disciplina. Os instrumentos de recolha de dados incluem a observação, questionários, entrevistas, protocolos dos alunos e recolha documental. O tratamento e análise de dados baseou-se numa análise de conteúdo narrativa e em estatística descritiva. Os resultados salientam a importância deste tipo de adaptações, que permitem a alunos cegos e seus colegas de turma trabalhar colaborativamente, nas mesmas actividades experimentais.porCegosEducação formalFísico-químicaActividades experimentaisAdaptações curricularesInovaçãoVer e inovar: Actividades experimentais em ciências físico-químicasjournal article