Gomes, EduardoSousa, Carla A.Capinha, CésarRocha, Jorge2023-06-022023-06-022014Gomes, E., Sousa, C., Capinha, C., & Rocha, J. (2014). Reemergência de Malária em Portugal Continental: análise espacial e modelação em SIG. In. P. Santana, & P. Nossa. (coord). A Geografia da Saúde no cruzamento de saberes, GEOSAÚDE’2014 - I Congresso de Geografia da Saúde dos Países de Língua Portuguesa, Coimbra, 21-24 abril (pp. 808-811). Grupo de Investigação em Geografia da Saúde / CEGOT – Centro de Estudos em Geografia e Ordenamento do Território. ISBN 978-989-98945-1-8.978-989-98945-1-8http://hdl.handle.net/10451/57839O Aedes aegypti (L.) é o principal vetor da febre-amarela, dengue, e de inúmeros outros arbovírus. Acreditando-se ser originalmente da África Ocidental, este mosquito tem‑se dispersado devido à ação humana desde o século XV. Desde então, invadiu a maioria das regiões tropicais, subtropicais e temperadas suaves do planeta [1]. A escassez de água e os extremos térmicos são restrições conhecidas ao seu estabelecimento, originando preocupações face ao facto das futuras alterações climáticas poderem alterar a sua distribuição e das doenças associadas [2,3]. Devido à importância médica do Ae aegypti, alguns estudos anteriores tentaram prever a sua distribuição observada ou potencial em virtude de condições futuras [4, 5]. Estas previsões, visam principalmente informar os decisores sobre novas áreas sob risco de doença arboviral, permitindo assim uma adotar oportunamente medidas preventivas. Duas abordagens podem ser adotadas: (1) modelos baseados na fisiologia e (2) modelos correlativos [6, 7]. Como as duas abordagens têm limitações, há um crescente reconhecimento de que uma melhor consistência preditiva é alcançada analisando ambos os modelos [6, 7].porAedes aegyptiDengueMudanças climáticasVetores urbanosDistribuição globalReemergência de Malária em Portugal Continental: análise espacial e modelação em SIGbook part