Robalo, Cristina2021-06-212021-06-212021In: Colóquio Expressão Múltipla IV : teoria e prática do desenho : atas das conferências. - Lisboa, 2021, p.72-78978-989-8944-39-9http://hdl.handle.net/10451/48688A presente comunicação reflecte sobre desejo e desenho na obra de Louise Bourgeois. O desenho é vivo e vive, quer pelos vestígios que deixou – sombra –, quer pela sublimação que atingiu – transparência. Nessa transparência e sombra, o desenho forma a imagem em que passado e presente se cruzam: o agora – não o que é realizado, mas sim que a visão vê e dá a ver. Importa, enfim, a transformação da imagem: engendrar o desejo no indizível – “Faço desenhos para suprimir o indizível. O indizível não é um problema para mim. É mesmo o início do trabalho. É a razão para o trabalho; a motivação do trabalho é destruir o indizível”.porBourgeois, Louise, 1911-2010DesenhoCorpo - ArteDesejoArte - séc.21Crítica e interpretaçãoCongressos - ActasInscrição do desejo: a marca indizível da dorbook part