Gonçalves, JoãoSousa, Ana Carolina da Rocha Pereira de2017-03-072017-03-0720152016http://hdl.handle.net/10451/27112Trabalho Final de Mestrado Integrado, Ciências Farmacêuticas, Universidade de Lisboa, Faculdade de Farmácia, 2015A imunoterapia do cancro entrou numa nova fase com a descoberta de anticorpos monoclonais inibidores dos receptores de checkpoints imunitários como o antigénio 4 associado ao linfócito T citotóxico (CTLA-4), a proteína celular de morte programada (PD-1) e o seu ligando (PD-L1). Surge como uma estratégia inovadora face às terapias actuais que têm como alvo as células tumorais, quebrando a tolerância imunitária e activando o sistema imunitário potencializando respostas anti-tumorais do hospedeiro. Após a aprovação do ipilimumab (um anticorpo anti-CTLA-4) pela FDA em 2011 para o tratamento do melanoma avançado, vários anticorpos contra o PD-1 têm sido desenvolvidos incluindo o nivolumab e o pembrolizumab. Estes anticorpos monoclonais apresentaram em ensaios clínicos excelente durabilidade de respostas, demonstrando que os indicadores de eficácia destas moléculas aparentam ser superiores aos do ipilimumab. Actualmente estes biofármacos encontram-se em desenvolvimento para o tratamento de diversos tipos de tumores sólidos e hematológicos com resultados extremamente promissores. As novas estratégias terapêuticas na utilização destes fármacos passam pela múltipla inibição dos checkpoints imunitários através da combinação entre si e pela combinação destes com quimioterapia e radioterapia, e pela investigação de fármacos direccionados a novos alvos terapêuticos que potenciem a resposta imunitária à semelhança dos já desenvolvidos.application/pdfporCTLA-4Mestrado Integrado - 2015PD-1PD-L1BiofármacosImuno-checkpointsImunoterapiaImunoterapia com biofármacos para o tratamento do cancro : CTLA-4, PD-1, PD-L1master thesis