Ramos, Sandra C2021-07-152021-07-152021In: Colóquio Expressão Múltipla IV : teoria e prática do desenho : atas das conferências. - Lisboa, 2021, p.219-227978-989-8944-39-9http://hdl.handle.net/10451/48944Em Março de 2020, iniciei um projecto de auto-retratos (quase) diários. A disciplina levou a que o olhar se desprendesse do pensamento conceptual, julgador, condicionado. Como descrito pelo animador/realizador Kôji Yamamura (2020, p.37), é no processo de desenhar que as respostas surgem. Desenhar um mesmo objecto repetidamente trouxe e traz-me de volta à prática meditativa. Tempo e espaço alteram-se e há uma integração natural entre ser e fazer, o gesto enquanto prolongamento do momento vivido, abrindose ao devir. A animação a carvão sobre papel é como uma metáfora de não-dualidade - co-existência de realidade relativa e realidade absoluta (Bampton, 2019), com o rasto do passado e foco no presente.porRamos, Sandra C.DesenhoAutorretratosProjecto artísticoAnimaçãoCarvãoCrítica e interpretaçãoCongressos - ActasArte - séc.21O rasto e o agora - WIP : Animação a carvão sobre papelbook part