Kueneman, EricBaudoin, WilfriedKeller, IngridJunior, FilipeGuiomar, SofiaRibeiro, MartaCandeias, Vanessa2013-01-282013-01-2820069789248594021http://hdl.handle.net/10451/7593http://apps.who.int/iris/bitstream/10665/43415/1/9789248594021_por.pdfhttp://apps.who.int/iris/handle/10665/43415A evidência científica actual comprova que o adequado consumo de hortofrutícolas pode prevenir o aparecimento de diversas doenças crónicas não transmissíveis (DCNT) tais como doenças cardiovasculares, diabetes do tipo 2 e determinados tipos de cancro. O Relatório Mundial de Saúde publicado pela Organização Mundial da Saúde (OMS) em 2002, identifica o baixo consumo de hortofrutícolas como um importante factor de risco para o aparecimento de doença e morte prematura. Estima-se que o reduzido consumo de hortofrutícolas seja responsável por cerca de 19% dos cancros gastrointestinais, 31% da doença cardiovascular isquémica e por 11% dos enfartes do miocárdio, e que potencialmente mais de 2,7 milhões de vidas podiam ser salvas todos os anos se cada pessoa consumisse quantidades adequadas de fruta e vegetais. Nos países em desenvolvimento, especialmente nas populações com baixo consumo de alimentos de origem animal tais como carne, leite e lacticínios, o reduzido consumo de hortofrutícolas contribui determinantemente para as deficiências em micronutrientes, agravando o estado de mal nutrição destas populações.porFruitVegetablesNutrition policyPublic healthWorkshop de Lisboa sobre a promoção de hortofrutícolas nos países de expressão portuguesa : relatório de um workshop conjunto, 1-2 Setembro de 2005, Lisboareport