Calado, Margarida2025-06-302025-06-302020-09In: Convocarte, nº11 (set. 2020): Estudos de Historiografia e Crítica de Arte, p. 324-3372183–6973http://hdl.handle.net/10400.5/101884Neste artigo iniciamos uma abordagem às questões da historiografia durante o auge do Estado Novo, ou seja, do seu início à fase do pós-guerra, analisando sobretudo as publicações de caráter monumental, de caráter geral, mas onde a história da arte se inclui, ou especificamente abordando a história da arte, e em particular as relacionadas com as comemorações do duplo centenário da Fundação da nacionalidade (1140) e da Restauração (1640). Preocupamo-nos em dar uma perspetiva geral do interesse pelo património que remonta ao período romântico e sublinhamos a obra de alguns historiadores de arte que se enquadram na ideologia do regime embora de formas diferentes, como Reynaldo dos Santos ou Fernando Pamplona.porHistoriografiaEstado NovoPropagandaRegime DitatorialParcialidadeA historiografia da arte no Estado Novo – nacionalismo e defesa do patrimóniojournal articlehttps://doi.org/10.57843/ulisboa.fba.cieba.00144.20252183–6981