Moreno, Luís2019-06-272019-06-272017Moreno, L. (2017). Estratégia agroalimentar e cidades: uma perspetiva de governança e coesão socioterritorial. In: Rosário Oliveira, Sara Amâncio e Leonel Fadigas (Eds.). Alfaces na avenida. Estratégias para (bem) alimentar a cidade (pp. 125-129). ISBN: 978-989-99801-2-9.978-989-99801-2-9http://hdl.handle.net/10451/38902Ao considerarmos as estratégias alimentares urbanas em termos de condições socioterritoriais, pensamos que se deve observar a contextualidade múltipla dos processos de planeamento, ordenamento e desenvolvimento do território, os quais apelam à consideração de diferentes domínios da governança. Esta é considerada como ‘multinível’ quando o poder é exercido de modo conjugado entre níveis territoriais e entre domínios públicos e privados. Neste trabalho apresenta-se o racional que coloca a governança (multinível) como inerente à inovação institucional de resposta a pressões neoliberais e com tradução em políticas públicas próprias, das quais salientamos as europeias e as dos domínios da agricultura e desenvolvimento rural, além das de coesão, pelas suas implicações nacionais / regionais na relação urbano-rural e nos desafios colocados às estratégias alimentares urbanas. Neste quadro, são convocados para a nossa reflexão vários estudos, essencialmente de autores europeus, fazendo-se a remissão para trabalhos em que processos de governança dos sistemas agroalimentares são analisados, com vários enfoques, dos supranacionais aos regionais e metropolitanos / urbanos. Conclui-se com algumas notas sobre o caso de Portugal e certas interrogações que os principais instrumentos de política pública nos suscitam em termos de condições institucionais de governança para a sustentabilidade agroalimentar de base territorial e urbana.porEstratégia agroalimentarCidadesGovernançaCoesão socioterritorialEstratégia agroalimentar e cidades: uma perspetiva de governança e coesão socioterritorialbook part