Queiroz, JoãoMaddonni, AlejandraVetromila, Márcio de MoraesPohlmann, Angela RaffinPérez-Jofre Santesmases, IgnacioSusigan, CristinaRamos, MarianaAzevedo De Souza, SamaraSilva, RogérioStori, NorbertoMaranhão, Romero de A.Pontes, JoséRadulescu De Barrio De Mendoza, MihaelaCarvalho, José Marcos Cavalcanti deTedesco, Elaine Athayde AlvesFerrari, Solange dos Santos UtuariDa Cruz Senna, NádiaSacco, Helene GomesPenido, AdrianaVeneroso, Maria do Carmo de F.Brächer, AndréaGonçalves, Sandra Maria Lucia Pereira2021-06-162021-06-1620192182-85472182-8717http://hdl.handle.net/10451/48588A arte inclui no seu sistema os mesmos processos que reproduzem o poder ou que renovam as suas retóricas através de astúcias de resistência. Criou-se me tempos a proposta radical de uma arte emancipada, independente de referencialidade para além dos valores plásticos. Esta radicalidade escondia afinal um conformismo otimista e modernista: a arte “abstrata” era conservadora, decorativa, e não incomodava afinal ninguém. Aqui se mostra a oportunidade deste desafio, da chamada de artigos que esta Revista Croma 14 convocou: o desafio é entrar no caleidoscópio das ilusões sem perder o norte, sem abdicar do sentido último da cultura, que é mais humanidade, mais inteira, mais consciente.porEstudos ArtísticosArtePeriódicosCroma: vol.7, nº14 (Jul./Dez. 2019)Estudos Artísticosother