Dias, FernandoKrajewski, PascalOlaio, AntónioAmato, EtienneZagaloBrito, Cícero deNatkin, StéphaneGouveia, João Ricardo Faria deMatoso, Rui Manuel Pinto IbañezCalado, MargaridaReis, LeonorJeremias, JoanaCosta, Diogo Freitas da2021-03-312021-03-3120182183–69732183–6981http://hdl.handle.net/10451/47191O segundo volume do dossier temático Ars Ludens, procura explorar relações entre a dimensão lúdica com a tecnológica, com especial atenção aos problemas do videojogo, sobretudo nas suas tensões enquanto questão lúdica e artística. Várias questões se envolvem nessa tensão, destacando-se se o videojogo pode ser arte? E como? Ou até que ponto? Ou ainda, como se entende e recebe teórica e criticamente essa possibilidade? Temos depois as suas problemáticas curatoriais. Como se pode expor o videojogo e o que implica e significa enquanto exercício curatorial? O que é contemplar um videojogo como obra de arte ou como modo lúdico? Ou se só pode ser acção do próprio utilizador/jogador? Outra dimensão está nas alterações tecnológicas no próprio seio da ludicidade e do jogo: por exemplo, que alterações trouxeram os videojogos no campo do uso e prazer lúdico? E quais as suas implicações na nossa experiência do mundo?porArteCiências da ArtePeriódicosConvocarte, nº7 (Dez. 2018): Arte, videojogo e ludismo tecnológico | Art, jeu vidéo et ludisme technologique | Art, video game and technological playfulnessrevista de Ciências da Arteother