Deitos, Alexandra2025-05-202025-05-202023-09In: Convocarte, nº14 (set. 2023): Arte e mobilidade, p. 57-632183-6981http://hdl.handle.net/10400.5/100815Eu começaria por reafirmar que, apesar de tudo, ela move-se: a terra, a arte, a vida. E depois eu talvez diria que até o que está morto move-se: o fim, o depois do fim, o depois do depois do fim. A impermanência é certeza! E o movimento é a melhor permanência que se pode alcançar! Dito isto, também estou a transladar-me de mim, um ir e vir interior e exterior que me remonta na arte e me faz subir um rio pela primeira vez com os olhos que tenho hoje. Subir e descer, sem que nada seja o mesmo, ainda que se repita. Na foto- grafia então encontro um movimento permanente pelo rio que se move: um estar em andança! E é a partir dessa dança que surgem os registros, aqui expostos nessa seleção de imagens-movi- mento feitas entre o subir do rio, o estar no rio e o descer o rio.porFotografiaEnsaio VisualUm estar em andança!Ensaio Visualjournal articlehttps://doi.org/10.57843/ulisboa.fba.cieba.00017.2025