Fernandes, HermenegildoLourinho, Inês Bailão2018-09-112019-02-172018-05-072016-02-17http://hdl.handle.net/10451/34780Quando, em 1904, os almorávidas entraram em contacto com a fronteira do Gharb al-Andalus, já Granada e Sevilha faziam parte de um império nascido nas areias do deserto do Sara e que, em 30 anos, se expandiu até Ceuta e atravessou o Mediterrâneo, rumo à Península Ibérica, onde a instabilidade política lhe facilitou a entrada. Os cristãos pressionavam os reinos de taifas, provocando a sedição entre muçulmanos e exigindo tributo em troca de uma pretensa proteção, o que tinha como consequência a sobrecarga fiscal e o descontentamento das populações e adensava um sentimento de injustiça, que os conquistadores berberes usaram em seu proveito com a ajuda das elites locais e, em especial, das famílias de juízes e doutores de leis, que detinham o poder desde o final do califado de Córdova e lhes legitimaram a governação.porAlmorávidas (Dinastia)Al-Andaluz - HistóriaEspanha - História - 711-1516Portugal - História - 711-1500África do Norte - História - 647-1517Teses de doutoramento - 2018Fronteira do Gharb Al-Andalus : terreno de confronto entre almorávidas e cristãos (1093-1147)doctoral thesis101364342