Canas Mendes, Nuno2023-10-032023-10-032019http://hdl.handle.net/10400.5/28851O presente texto pretende relacionar e articular o conceito wilso‑ niano de autodeterminação, a forma como foi acolhido na Conferência de Paz de Versalhes e desembocou no sistema de mandatos, com as posi‑ ções e debates da delegação portu‑ guesa à mesma conferência e o seu impacto na política externa portu‑ guesa. Embora em Versalhes se tenha confirmado a persistência das posses‑ sões africanas, a visão internaciona‑ lista de Wilson introduziu novos desafios e encargos para Portugal, quer pela necessidade de participar de forma ativa nas novas instituições internacionais então criadas, quer pela necessidade de dar resposta aos novos dispositivos de supervisão e vigilância por elas lançados.porSociedade das Nações, Portugal, autodeterminação, política externa portuguesa.Ecos e reflexos do internacionalismo e da ideia wilsoniana de autodeterminação na política externa portuguesajournal article10.23906/ri2019.63a03